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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Babies, Documentário estreou em Portugal

Para os que estão à espera de ser papás, eis um documentário acabadinho de estrear, e que parece muito bom.
Olha no que se vão meter em 2011.
o trailler do filme.




Eis o que escrevem no Blog Boas Noticias

Estreia esta quinta-feira, em Portugal, um documentário que acompanhou o primeiro ano de vida de bebés nos quatro cantos do mundo: Namíbia, Japão, Estados Unidos e Mongólia. O objetivo é mostrar como, apesar das diferentes culturas e modos de educação, o carinho parental é o maior contributo para a felicidade das crianças.

"Babies", um documentário de 79 minutos, foi filmado ao longo de quatro anos e não tem qualquer diálogo, para além das primeiras tentativas de comunicação dos bebés. As estrelas deste filme são Ponijao, um bebé de uma tribo na Namibia, Bayarjargal, que vive numa tenda na Mongólia, Mari moradora num arranha-céus de Tóquio, e Hattie filha de um casal moderno e culto de São Francisco, nos EUA.

O realizador Thomas Balmès explicou à revista norte-americana Time que as famílias não ocidentais que escolheu não são pobres de acordo com os padrões locais. São até consideradas ricas pelo volume de gado e terras que possuem.

O realizador, que vive em Paris e tem três filhos, salienta que a ideia era retratar as diferenças culturais ao nível da tecnologia e do consumo. E também escolher famílias felizes, que encaravam a chegada do bebé com alegria.

O trabalho sublinha as diferenças inerentes aos mundos modernos e mais tradicionais. Na Mongólia, Bayarjargal circula tranquilamente entre as vacas. Na Namíbia, Ponijao vive perto da terra e das moscas. Já as crianças japonesas e norte-americanas estão cercadas de dispositivos tecnológicos. Mas a reação destes bebés perante a descoberta do mundo à sua volta revelou-se bastante semelhante.

Balmès confessa que depois de filmar este trabalho, uma ideia que surgiu há 12 anos em conversa com o produtor Alain Chabat, adotou uma nova atitude perante os seus filhos.

"No ocidente esforçamo-nos demasiado para que os nossos filhos não se aborreçam. Mas eles precisam de estar consigo próprios de estar mais afastados de produtos consumistas". Balmès ficou surpreendido com a felicidade expressa pelos bebés da Mongólia e da Namíbia que "praticamente não tinham brinquedos, para além da natureza à sua volta".

A escolha das famílias foi um dos momentos mais morosos da produção. Em cada país, foram entrevistadas entre 15 a 20. A filmagem envolveu cerca de 400 dias, ao longo de dois anos. A estreia do filme tem sido amplamente elogiada pela critica e pode ser visto, a partir de hoje, nas salas de cinema nacionais.

LN

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Os 25 Mitos da Pediatriaa (2)

(Continuação) "Os 25 Mitos da Pediatria"

12. Fralda. O uso precoce do bacio está fora de questão. Os pediatras estão a recuperar a tradição de retirar a fralda só aos dois anos porque o controlo precoce do esfíncter pode, afinal, trazer problemas.
13. Botas ortopédicas. Não vale a pena olhar para os pés antes dos dois anos. A ortopedia moderna respeita as regras de crescimento do pé e da marcha das crianças e qualquer calçado que faça alguma contenção interfere com a evolução normal. É ponto assente que é o exercício e não o calçado ortopédico ou formativo que cumpre a missão fisiológica. Sempre que possível, as crianças devem andar descalças e usar sapatos que protejam apenas o tornozelo e o calcanhar.
14. Creche. A socialização, afinal, só começa aos três anos. Na sociedade actual mães e avós trabalham e os bebés vão para a creche cada vez mais cedo. Contudo, a maioria dos pediatras regressou ao passado para recomendar os cuidados dos avós até aos três anos. Argumentam que os ganhos de afecto compensam.
15. Febre. A temperatura não é doença. A maioria das crianças faz quatro dias de febre e não é preciso baixar a temperatura de imediato como querem os pais dos nossos dias. Os médicos alertam que a febre é muitas vezes é um mecanismo de defesa do organismo e que um sinal de serenidade é a criança continuar a brincar.
16. Tosse. Adeus ao xarope. Tossir é uma forma do corpo para eliminar secreções e melhorar a respiração. Trata-se de um sintoma e não de uma doença e nos primeiros anos de vida não são recomendados inibidores.
17. Aerossóis. São os grandes terapeutas do século XXI. Ajudam a respirar melhor, contudo, os médicos têm dúvidas sobre o que os próximos avanços podem revelar sobre a sua utilização.
18. Ginástica respiratória. Comum na década de 90 revelou-se desnecessária. Era usada para bronquiolites e hoje sabe-se que aumentam o cansaço e as dificuldades de respiração.
19. Remédios caseiros. Vivem-se tempos de medicação excessiva. As precauções sobre o uso de remédios estão na ordem do dia e a regra é recuperar remédios caseiros como o xarope de cenoura e os preparados com mel.
20. Vacinas. O calendário mudou. As crianças dos nossos dias são mais vacinadas - e dizem os pediatras, estão mais protegidas - e já não é preciso recomeçar do zero quando há atrasos muito grandes.
21. Flúor. As gotas outrora comuns foram trocadas pelos dentífricos. Actualmente, é promovida a lavagem cada vez mais precoce dos dentes, aliás, logo que a dentição aparece na vida do bebé.
22. Brinquedos. Quantos mais, pior. As crianças precisam de estimular a imaginação e para isso não podem ter muitos brinquedos para poderem explorá-los ao máximo, dando-lhe várias utilizações. Os pais devem guardar os presentes, optando pela distribuição ao longo do ano.
23. Animais. Os eternos amigos estão de volta. Após várias teorias sobre o risco acrescido de alergias, cães, gatos, pássaros e outros animais são desejáveis para o desenvolvimento da criança.
24. Desporto. O cloro não faz alergia. A prática desportiva é defendida para o desenvolvimento psicomotor e a natação volta a liderar as preferências. A qualidade da água das piscinas melhorou e os bebés podem nadar a partir do sexto mês de vida. Só é preciso limpar o cloro com um banho abundante e dar bastante água para minimizar a sua presença no estômago.
25. Regras. O ónus dos pais sobre a personalidade dos filhos está mitigado. Passou a ser admitido que há crianças difíceis que complicam a vida das famílias e que as regras são, por isso, indispensáveis. A negociação deve existir, mas sem rendição, em especial, dos pais.

Esta dos brinquedos é muito bem vista , agora por causa do natal!!!!
LN

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Os 25 Mitos da Pediatriaa (1)

Como sei que também o Asdrúbal é um interessado nos desenvolvimentos científicos, em todas as áreas, e claro também nos novos conhecimentos científicos na área da Puericultura , venho deixar aqui um artigo "Os 25 Mitos da Pediatria" que li no Expresso on-line.

Acho que, ... te pode,?... , sei lá , ... !!? pode dar algumas ideias??!! Será....?? May be.

1. Música na gravidez. Não é preciso nascer para ouvir. a música clássica está entre os estilos adequados. Os ritmos binários têm a vantagem acrescida de se assemelharem ao batimento do coração da mãe. Uma curiosidade: a cadência com que as mães embalam é igual ao seu ritmo cardíaco e é por isso que o bebé adormece mais facilmente.
2. Aleitamento. Evitar alimentos como laranjas, cebolas, leguminosas ou chocolates não diminui as cólicas no bebé. Todos são unânimes sobre os benefícios da amamentação exclusiva até aos seis meses de vida do bebé e provou-se que estão erradas as teorias sobre a fraca qualidade do leite muito líquido ou que não escorre quando é deitado num copo. O aleitamento é prioritário e deve começar ainda na sala de partos.
3. Esterilização. Ferver ou esterilizar biberões e tetinas não é necessário se os pais lavarem frequentemente, e bem, as mãos.
4. Alimentos. É um erro excluir alimentos como peixe, gema de ovo, carne de porco e frutas nos primeiros tempos de vida. Outro erro antigo: não se deve obrigar a comer nem negociar alimentos por alimentos - por exemplo, dar uma bolacha para compensar ter comido sopa - e os legumes e frutas devem estar sempre na mesa porque a sua presença influenciará a alimentação na vida adulta.
5. Suplementos alimentares. Vitaminas para quê? A sociedade moderna caracteriza-se pela abundância e uma dieta equilibrada é suficiente. A excepção, sobretudo no primeiro ano de vida, é a vitamina D, que gerações reforçaram com 'colheradas' de óleo de fígado de bacalhau. A tradição tem sido recuperada sob outras formas: os ácidos gordos são decisivos na formação das membranas cerebrais e estão a ser redescobertos em óleos de peixes de profundidade.
6. Peso. Gordura não é formosura. Cada bebé tem o seu ritmo e as variações nem sempre são sinal de doença. Os pediatras afirmam que os pais modernos se preocupam em excesso com o crescimento e recomendam que pesagem e medição só sejam feitas nas consultas de rotina.
7. Sono. Não tem fundamento o medo de que os bebés deitados de costas podem sufocar no caso de bolçarem. Em situações normais, o corpo humano está preparado para evitar estas situações. O medo levou muitos pais a deitarem os recém-nascidos de barriga para baixo, mas hoje é reprovável e perigoso. É mandatório deitar os bebés de barriga para cima, pelo menos, até aos seis meses. Depois, é o próprio bebé que escolhe a posição mais confortável. O sono solitário foi estimulado por se acreditar que promovia a autonomia, mas não está provado.
8. Morte súbita. 'Abafar' os bebés não é o perigo principal. A morte de crianças saudáveis por razões inexplicáveis continua a registar-se e estudos recentes têm evidenciado que é mais comum quando os pais são fumadores, em famílias monoparentais e quando o bebé é deitado de barriga para baixo.
9. Choro. As lágrimas são mais do que fome ou fralda molhada. Descobriu-se que os bebés são muito sensíveis a estímulos e também precisam de aliviar a tensão. Ou seja, às vezes basta deixar chorar um bocadinho para perceber a mensagem.
10. Banho. Esperar pela digestão para dar banho é um mito. A água utilizada está morna e não existe choque térmico, responsável pela congestão. Além disso, o leite é de fácil digestão. O banho deve ser um prazer e a regra é 'água quanto baste e pouco produto de limpeza', sobretudo com glicerina, porque seca e irrita a pele em demasia.
11. Pele. Pó de talco fora da lista. A limpeza exagerada é inimiga da pele e um banho seguido de uma loção hidratante é suficiente. Na zona da fralda é necessária parcimónia no uso de toalhetes, pois limpam a sujidade, mas também podem arrastar a camada superficial da pele. Quando a fralda só está molhada e não existe irritação não é necessário usar creme ou pastas sob risco de provocar uma sensibilização excessiva. E o pó de talco está fora de moda porque as partículas podem ser inaladas pelo bebé.

LN