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domingo, 17 de outubro de 2010

Gaza-Strophe le jour d'apres, Doc

Ontem no DocLisboa
um filme sobre a Palestina;

Gaza-Strophe le jour d'apres
Documentaire de Samir Ab­dallah et Kheridine Mabrouk

Le 18 janvier 2009 prenait fin l'opération « Plomb durci », offensive militaire israélienne dans la bande de Gaza, lancée le 27 décembre 2008. Le surlendemain du cessez-le-feu, alors que l'intronisation de Barack Obama faisait les gros titres dans le monde entier, les deux auteurs du documen­taire (diffusé dans le cadre d'une soirée spéciale Palestine) entraient à Gaza par l'Egypte. Suivant deux militants du Centre palestinien pour les droits de l'homme venus enquêter sur place, ils furent parmi les premiers à filmer les dégâts humains et matériels des raids aériens et ceux de l'offensive terrestre qui suivit.

Este filme é impressionante!!!
Um enorme murro no estomgo...




Gaza-Strophe Le Jour D'apres 3/3
Carregado por LARABE--STRAIT. - Videos de noticias do mundo inteiro.

LN

Entre nos mains, Doclisboa



No Blog

Entre nos mains
Um filme muito bom
LN

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Babies, Documentário estreou em Portugal

Para os que estão à espera de ser papás, eis um documentário acabadinho de estrear, e que parece muito bom.
Olha no que se vão meter em 2011.
o trailler do filme.




Eis o que escrevem no Blog Boas Noticias

Estreia esta quinta-feira, em Portugal, um documentário que acompanhou o primeiro ano de vida de bebés nos quatro cantos do mundo: Namíbia, Japão, Estados Unidos e Mongólia. O objetivo é mostrar como, apesar das diferentes culturas e modos de educação, o carinho parental é o maior contributo para a felicidade das crianças.

"Babies", um documentário de 79 minutos, foi filmado ao longo de quatro anos e não tem qualquer diálogo, para além das primeiras tentativas de comunicação dos bebés. As estrelas deste filme são Ponijao, um bebé de uma tribo na Namibia, Bayarjargal, que vive numa tenda na Mongólia, Mari moradora num arranha-céus de Tóquio, e Hattie filha de um casal moderno e culto de São Francisco, nos EUA.

O realizador Thomas Balmès explicou à revista norte-americana Time que as famílias não ocidentais que escolheu não são pobres de acordo com os padrões locais. São até consideradas ricas pelo volume de gado e terras que possuem.

O realizador, que vive em Paris e tem três filhos, salienta que a ideia era retratar as diferenças culturais ao nível da tecnologia e do consumo. E também escolher famílias felizes, que encaravam a chegada do bebé com alegria.

O trabalho sublinha as diferenças inerentes aos mundos modernos e mais tradicionais. Na Mongólia, Bayarjargal circula tranquilamente entre as vacas. Na Namíbia, Ponijao vive perto da terra e das moscas. Já as crianças japonesas e norte-americanas estão cercadas de dispositivos tecnológicos. Mas a reação destes bebés perante a descoberta do mundo à sua volta revelou-se bastante semelhante.

Balmès confessa que depois de filmar este trabalho, uma ideia que surgiu há 12 anos em conversa com o produtor Alain Chabat, adotou uma nova atitude perante os seus filhos.

"No ocidente esforçamo-nos demasiado para que os nossos filhos não se aborreçam. Mas eles precisam de estar consigo próprios de estar mais afastados de produtos consumistas". Balmès ficou surpreendido com a felicidade expressa pelos bebés da Mongólia e da Namíbia que "praticamente não tinham brinquedos, para além da natureza à sua volta".

A escolha das famílias foi um dos momentos mais morosos da produção. Em cada país, foram entrevistadas entre 15 a 20. A filmagem envolveu cerca de 400 dias, ao longo de dois anos. A estreia do filme tem sido amplamente elogiada pela critica e pode ser visto, a partir de hoje, nas salas de cinema nacionais.

LN

sábado, 28 de agosto de 2010

Entre a luz e a sombra, Documentário

Belissima história de uma mulher que faz um trabalho fantástico no Brasil.
Para se perceber o que é hoje o Brasil, sem ser através de ficção das TVs brasileiras.

“Antes que Carandirú, a maior prisão da América Latina, fosse destruída, uma actriz dedicava-se a humanizar o sistema prisional e defendia a possibilidade de expressão artística dos presos.

No meio desse processo apaixonou-se pelo carismático e popular líder da dupla de rap 509 (de Carandirú) e promoveu os seus concertos fora da prisão. O documentário acompanha a vida destas personagens durante sete anos, a partir de 2000.”

do Site um pastel de Belém



LN

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

La frontera infinita, Documentário



La Frontera infinita
de Juan Manuel Sepúlveda
México, 2007, 90´

[Grande Prémio Cinema du Réel 2009]

"Todos os anos, centenas de milhares de pessoas de toda a América Central entram ilegalmente no México a caminho dos Estados Unidos. Muitas nunca chegam ao seu destino. Esta é uma história sobre a coragem e esperança contempladas por estes homens e mulheres que viajam em busca de uma vida melhor, apesar do facto de esta viagem poder tornar-se interminável. "
Blog C7nema - "Documentários mexicanos no CCB"

LN

sábado, 14 de agosto de 2010

Presunto culpable, documentário


Documentários - Ciclo Sul-Americano
No CCB fora de si
No Centro Cultural de Belém


LN

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Capitalism : a love story


Cartaz do filme de Michel Moore "Capitalism a love story"

Sinopse:
Ao mesmo tempo com humor e coragem, Capitalism: A Love Story explora uma pergunta: "Qual o preço que a América tem de pagar pelo seu amor pelo capitalismo?" Há alguns anos esse amor parecia inocente. Hoje, no entanto, o Sonho Americano parece mais um pesadelo, quando as pessoas têm de pagar com os seus empregos, a suas casas e as suas poupanças. Moore leva-nos até às casas de gente normal, cujas vidas ficaram viradas do avesso, e vai à procura de explicações em Washington e outros locais. O que descobrimos tem os sintomas tão familiares de uma história de amor que deu para o torto: mentiras, abuso, traição…e 14,000 empregos perdidos todos os dias. Capitalism: A Love Story é não a derradeira tentativa de Michael Moore para responder à pergunta que tem andado a fazer ao longo da sua tão ilustre como controversa carreira: Quem somos nós e porque razão nos comportamos assim?



LN

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Eleições legislativas - VOTAR à ESQUERDA! (7)

Filme - documentário "Capitalism: A Love Story" de Michel Moore

Michael Moore critica bancos e empresas em "Capitalism: A Love Story"

Capitalismo perverso de Michael Moore sacode Veneza

Anunciado o fim do Capitalismo

Michael Moore; " Os rostos desesperados das vítimas da recente hecatombe financeira, que perderam suas casas ou o trabalho de uma vida, são a parte mais impactante da denúncia apresentada por Moore em "Capitalism: a Love Story", que concorre ao Leão de Ouro.

Para o diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 11/9", "o capitalismo é ruim e não pode ser reformado" e o livre mercado na realidade é um sistema para roubar os trabalhadores e garantir que 1% da população dos Estados Unidos mantenha sua riqueza, enquanto 99% se empobrecem dia a dia.

O documentário, que tem duas horas e vai estrear nos Estados Unidos no dia 2 de outubro, acusa os poderosos bancos de Wall Street (Goldman Sachs, Citybank, Morgan Stanley) de terem organizado um verdadeiro "golpe de Estado financeiro" pouco antes das eleições presidenciais americana.

Os poderosos banqueiros, muitos deles miembros da administração do ex-presidente George W. Bush, inventaram o mecanismo para ficar com os 700 milhões de dólares que o Estado aprovou para salvar as empresas da crise econômica, enquanto a classe média perde suas propriedades e garantias, afirma.

"Precisamos de um controle maior do mundo das finanças e do capitalismo", pede Moore. "Para eles a única coisa importante é estar no poder", completa.

O cineasta termina por isolar a sede de Wall Street com a clássica fita amarela com a frase "cena de crime, não passe".


"Nos Estados Unidos a cada sete segundos e meio uma família é desalojada de sua casa e 14.000 perdem o emprego por dia", afirmou o cineasta em um encontro com o público um dia antes da exibição do longa.

"O capitalismo é injusto", declarou o irreverente documentarista


O filme chega ao fim com as notas da Internacional em versão jazz, para pedir uma "verdadeira democracia" contra o "capitalismo obsceno e imoral", que até a Igreja Católica americana condena no documentário. "

Trailer do filme


Moore no Festival de Veneza


:) LN