terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Eng. João Cravinho, a Corrupção, o PS

No Blog esquerda.net
em http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=4139&Itemid=27

João Cravinho acusa PS de incompreensão do fenómeno da corrupção

Em entrevista à Visão, o ex-ministro e deputado socialista autor de um pacote legislativo para combater eficazmente a corrupção, diz que foi "até ao limite do que podia". E não poupa críticas ao seu partido na forma como encarou as suas propostas: "Foi um dos maiores choques da minha vida ver que aquela matéria causava um profundo mal-estar, era como que um corpo estranho no corpo ético do PS", afirma Cravinho."Não contava com uma atitude de absoluta incompreensão para a natureza real do fenómeno da corrupção" dentro do seu próprio grupo parlamentar, disse João Cravinho, que se recusa a fazer previsões sobre quanto tempo mais vai demorar a aprovação de novas leis anti-corrupção, embora considere que o PS não obrigará Cavaco Silva a repetir o discurso de Outubro do ano passado, centrado precisamente neste tema. Actualmente colocado na administração do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), Cravinho recorda nesta entrevista as divergências com a liderança parlamentar sobre a natureza do fenómeno da corrupção: "O presidente do grupo [Alberto Martins] disse que o fenómeno existia, mas que Portugal não estava numa situação particularmente gravosa. Pelo contrário, nas comparações internacionais estava muito bem. Fiquei de boca aberta", revela o ex-deputado. "Um dos nossos grandes problemas é a corrupção do Estado, a apropriação de órgãos vitais de decisão ou da preparação da decisão por parte dos lóbis. Embora, aparentemente, tudo se faça segundo a lei, com mais ou menos entorses", afirma João Cravinho, que também considera que na proposta que o governo mantém, "é muitas vezes impossível fazer prova desses crimes".
04/10/2007

Proverbios portugueses
"Quem vai ao mar, avia-se em terra"
"Homem prevenido, vale por dois"

E uma quadra do Aleixo
"Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, sem parecer o que são,
são aquilo que eu pareço"
LN

Corrupção em Portugal segundo o socialista e engenheiro Cravinho

A Corrupção em Portugal, descrita por um alto dirigente do partido socialista, o Eng. João Cravinho.
Cravinho foi colega, no Governo socialista do Engenheiro Guterres, do ministro do ambiente Eng. José Socrates, hoje em dia considerado suspeito pelas autoridades inglesas de ter recebido dinheiro ilegalmente da empresa Freeport.

Ver notícia na rtp
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=325143&visual=26&rss=0

Corrupção: João Cravinho diz que não é feito grande esforço para combater crime - SIC , da lusa, 07/02/2009
"A maior corrupção é a corrupção de Estado, é a que envolve as maiores valores e implica a submissão dos interesses públicos aos privados, e não estamos a fazer nem de longe o que devíamos para a combater", afirmou João Cravinho, acrescentando que "a corrupção de Estado só é possível pela conivência de quem tem um alto poder".
O ex-ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território no primeiro Governo de António Guterres afirmou ainda que a investigação dos crimes de corrupção apresenta "respostas lentas, tardias, descoordenadas" e parece apenas funcionar quando "empurrada pela opinião pública".
Alertando para o facto de a impunidade resultar da dificuldade em obter provas, "já que é quase impossível apurar responsabilidades quando todos dizem `não vi nada`, `não foi comigo`, etc", João Cravinho sublinhou que estes crimes são feitos com profissionalismo.
"Há profissionais destas coisas, que as fazem com pormenor para ocultar o crime, e que contam com colaboração internacional, como no caso das off-shores", exemplificou, questionando: "Quantas condenações por corrupção já tiveram lugar em Portugal?"
O ex-ministro João Cravinho, em entrevista à SIC Notícias

O partido PS parece que não vê problema nenhum nestas suspeitas e vai recandidatar este senhor a Primeiro-Ministro de Portugal.

LN

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Parcimónia

aceita a mónia como segunda mulher: ci

Os tios e os sobrinhos ou o sobrinho que tinha uma tia Lúcia

Se calhar estão à espera que eu venha mais uma vez “cascar” no Sr. Sócrates que já foi o ministro do ambiente cá da terra. O tal que tem um tio que lhe marcou uma reunião com um inglês que era responsável de uma empresa que estava a tentar conseguir a autorização de licenciamento de uma superfície comercial de nome “Freeport”. Ao que parece esse senhor já disse que pagou “luvas” aos políticos portugueses.

Não, não é disso que se trata.
Mas também vou escrever sobre um sobrinho e a sua Tia Lúcia.
E que me contaram este ano no natal. É sobre a famosa religiosa “A Irmã Lúcia” que dedicou a sua vida à religião após as suas experiências milagrosas de contactos com a imagem da mãe de Jesus, a virgem Maria.
Aqui no Blogue conhecemos um familiar directo da famosa vidente de Fátima, uma sua sobrinha. Este Natal tive uma novidade com interesse na história da família Marto.
A sobrinha da "Irmã Lúcia" tem um irmão. Este sobrinho seguiu a vocação da sua tia (Irmã Lúcia). Ao que parece o sobrinho dedicou a sua vida à Igreja, escolhendo a profissão de frade ou religioso da “ordem” dos Dominicanos. Infelizmente as notícias não foram muito felizes na quadra natalícia. Parece que o senhor sofreu um AVC e não está muito bem de saúde. A sua irmã passou a época bastante preocupada com o irmão, e foi passar alguns períodos ao Porto para dar apoio ao seu irmão.

E agora pergunto eu, mas porque é que a sua “santa” tia Lúcia não dá uma ajudinha ao seu sobrinho? Era só uma pequena boa acção na altura de natal. Não era pedir muito.

LN

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Querença

contracção da preposição com o artigo definido

Magistrados vigiados pelo SIS ??? (Um bocado grave?)


1ª Página do Expresso de hoje
Ver aqui http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expressoonline/PDF/1CAD070209.pdf

Magistrados do caso Freeport dizem-se vigiados pelo SIS

Pinto Monteiro mandou investigar. Secreta desmente e diz que é uma desculpa.
Os procuradores que investigam o caso Freeport acreditam que estão a ser vigiados por elementos do SIS. Ninguém apresentou queixa formal, mas o caso já chegou ao procurador-geral da República, que mandou averiguar o caso.
Os responsáveis pelas secretas em Portugal negam, contudo, qualquer intromissão. Contactado pelo Expresso, um dos responsáveis dos serviços secretos, que pediu anonimato, afirmou mesmo que isso parece uma desculpa.
Recorde-se que a vigilância a magistrados seria uma ilegalidade.

Estas noticias nem merecem comentários
LN (em Educação do meu Umbigo)

Campanha Negra - Limpeza Geral

Freeport: Provas destruídas na véspera das buscas
Ex-funcionários dizem que um dia antes das primeiras buscas da PJ, em 2005, os escritórios suspeitos no caso Freeport foram alvo de uma limpeza geral.

Dois ex-funcionários das empresas de Manuel Pedro e Charles Smith garantiram ao Expresso que grande parte da documentação dos escritórios sob suspeita no caso Freeport foi eliminada um dia antes das buscas da PJ de Setúbal, a 9 de Fevereiro de 2005.
A destruição dos documentos foi, segundo as mesmas fontes, ordenada por Manuel Pedro, o consultor português para a aprovação do projecto de outlet em Alcochete, indiciando que estaria a par da operação policial.
Os funcionários usaram máquinas de trituração de papel. Nas instalações de um dos escritórios, a Sociedade Europeia de Aquacultura, foi feita, inclusive, uma fogueira com sacos que incluíam o arquivo da farmácia do pai do consultor de Alcochete.

Leia mais na edição do Expresso em banca do dia 7 de Fevereiro

LN (em Educação do meu Umbigo)

O PS visto por quem o conhece - o socialista Eng. Henrique Neto

CARTA ABERTA A AUGUSTO SANTOS SILVA E MANUEL ALEGRE

Gostaria, como militante do Partido Socialista, de declarar publicamente o meu apoio e concordância com Manuel Alegre, na sua recente tomada de posição relativamente à intervenção politica e às palavras de Augusto Santos Silva [...] De facto, as sucessivas intervenções do ministro da propaganda do PS caracterizam–se pelo dogmatismo, pela política da verdade única e pela incapacidade de compreender que um partido político moderno é mais do que a arregimentação de militantes passivos que por seguidismo, necessidade, ou medo, deixaram de ter ideias e vontade próprias.
Há, de facto, medo no PS e na sociedade portuguesa, pelos mais variados motivos. Têm medo os empresários, de que não lhes sejam permitidos os apoios, ou os financiamentos, dados a outros; têm medo os funcionários públicos, relativamente aos chefes de nomeação politica; têm medo os professores, da avaliação e do ministério, avaliação necessária mas imposta; e têm medo muitos militantes socialistas de perderem os seus lugares, ou o acesso aos benefícios pessoais que retiram da actividade política. Lugares e benefícios que há muito deixaram de ser decididos pela razão do mérito e que agora são o resultado da fidelidade ao chefe.
É aqui que Augusto Santos Silva se distingue, na obsessão da fidelidade ao líder, como condição da actividade política. No momento em que se prepara mais um congresso do Partido Socialista, a missão de Augusto Santos Silva é matar à nascença qualquer veleidade de debate livre e de novas ideias para o PS e para Portugal. Santos Silva está apenas interessado em ‘malhar neles’, começando logo por malhar nos militantes do PS, aqueles que ainda pensam habitar o mesmo partido dos anos 70 a 90 [...]. O PS, como partido da liberdade e do debate político e das novas ideias para Portugal, já não existe e o que há são sedes sem vida, militantes que olham a competição e a concorrência com medo, a quem permanentemente é incutida a ideia de que divergir e criticar é traição ao PS e bênção para os adversários políticos. ‘Quem se mete com o PS leva’ fez escola no PS. Relativamente a Manuel Alegre [...], surpreende-me que não tenha, aparentemente, compreendido a razão do apoio de Santos Silva à sua candidatura. Esse apoio tem a marca de uma velha cartilha política, muito praticada entre nós, cujo objectivo é aumentar o valor pessoal junto do novo chefe, previsivelmente vencedor. Porque, como Manuel Alegre bem sabe, em política uma coisa são convicções [...] e outra, bem diferente, é tratar de fazer carreira política. Augusto Santos Silva e alguns outros, felizmente poucos, ex-apoiantes de Manuel Alegre, há muito que escolheram a segunda possibilidade e é bom que disso exista a consciência.

(Henrique Neto, Miltante Partido Socialista)
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=1823B167-3E0A-4D11-B3B6-FA94A87C936B&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090

LN (vi em Educação do meu Umbigo)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Esboços de um novo Manifesto de Esquerda (3)

RETOMAR A PRIORIDADE DE DIGNIFICAR A ESCOLA PÚBLICA
a) Ensino Público de qualidade. Voltar a um projecto educativo que se preocupe com o que se ensina nas escolas, com grau de exigência e sem facilitismos, que dê preparação de qualidade aos alunos.
b) Escolas com autonomia, maior participação dos sindicatos e professores na definição de todos os diplomas que se refiram à sua carreira.
c) Avaliação de todas as medidas implementadas por este governo na área da educação, com o objectivo de substituir por nova legislação que tenha em atenção os interesses dos professores (e do resto da comunidade educativa).
d) Garantir o Ensino Público Universitário como uma prioridade. Garantir os orçamentos de funcionamento, redefinir a legislação que o actual governo alterou sobre financiamento das instituições universitárias.

E outras que podem ser acrescentadas,.....
LN

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Offshore

é delicado prantar o capital no mar