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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Adopção por casais homossexuais - Uma vergonha no Parlamento

Como é óbvio esta maioria de Direita mais uma vez vota contra e chumbou uma Lei que que iria aprovar a adopção de crianças por casais do mesmo sexo.
Uma VERGONHA, na minha opinião para o País. Para além de ser justissima e sem nenhum problema de etica ou de moral, era talvez uma forma muito séria e eficáz de resolver o problema de tantas crianças que estão em instituições, sem que haja casais que se candidatem a adoptar.
Por Questões religiosas ou confessionais?, ou por puro preconceito para com este novos tipo de familias? , não sei,.. , não sei como é que se pode racionalmente negar esta possibilidade de ter mais pessoas que queiram ser pais e mães de crianças sem familia.
Acho que esta opção tomada na Assembleia da Republica é uma grande Hipocrisia e uma falta de respeito para com as pessoas que têm as suas opções sexuais alternativas e que são de tanto respeito como as nossas. Um enorme perconceito é o que isto demonstra.
Para mim isto que se passou ontem na assembleia é uma vergonha para Portugal.

Os Deputados que votaram contra esta Lei , e os seus dirigentes partidários , como o sr. Portas , e o sr. Passos Coelho, deveriam para serem coerentes irem já todos inscreverem-se para adoptar crianças.

Luis Neves

VIDEOS SIC - em "Maioria clara no PS a favor da adoção por casais homossexuais"
SIC: Maioria PS a favor da aoção por casais homossexuais


"Debate e votação na AR de projeto de Lei do BE e Verdes para legalização de adopção por casais do mesmo sexo"
SIC: Debate Votação na AR Projecto de Legalização de Adopção por Casais do mesmo sexo



Parlamento decide manter discriminação na adopção


Parlamento decide manter discriminação na adopção

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A revolta dos banqueiros



A revolta dos banqueiros
Nos últimos dias assistimos ao impensável: o esboço de um conflito entre o Banco de Portugal e a troika, por um lado, e o clube de banqueiros, por outro, com o governo algures no meio. A linguagem ‘subversiva’ utilizada pelos banqueiros era no mínimo inabitual. O que está a acontecer?

no Blog Ladrões de Bicicletas

Luta de classes; no blog Ladrões de bicicletas





«Os 25 mais ricos de Portugal aumentaram fortunas para 17,4 mil milhões».
Num país em que a população em risco de pobreza era de 18% em 2009 (valor que ascenderia a 43,4% caso o rendimento das familias e dos cidadãos deixasse de contar com o impacto atenuante das transferências sociais, de acordo com o mais recente inquérito às Condições de Vida e Rendimento, do INE).
Num país em que os sacrifícios austeritários recaem esmagadoramente sobre o factor trabalho.

No Blog Ladrões de Bicicletas

terça-feira, 26 de julho de 2011

Stiglitz em Madrid

Joseph E. Stiglitz
Nobel da Economia com megafone na mão contra a crise



Na página TVI24
http://www.tvi24.iol.pt/internacional/stiglitz-15-m-madrid-nobel-economia-tvi24/1269074-4073.html






Artigo de Ana Sousa Dias


no Jornal de Noticias - JN
Nobel da Economia de Megafone na mão



http://www.jn.pt/Opiniao/


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ricardo Paes Mamede, Prós e Contras

Ricardo Paes Mamede, uma boa intervenção sobre a Crise em que Portugal.
É pena ele não ter mais protagonismo na Comunicação Social.
Tem muita razão em muitas coisas que diz.

Nesta 1ª parte , fala a partir do minuto 19 30

1ª Parte Prós e Contras RTP
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/?1-parte-do-Pros-e-Contras-de-2011-07-18.rtp&post=34446


Na 2ª parte, fala a partir do minuto 22
2ª Parte Prós e Contras RTP
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/?2-parte-do-Pros-e-Contras-de-2011-07-18.rtp&post=34447


QUEM SALVA O EURO?
Programa de dia 18 julho 2011.

O impasse político e o ataque das agências financeiras.
O contágio das dívidas soberanas.
O aperto das medidas de austeridade e a urgência do crescimento.
O que vai acontecer à Zona Euro e à União Europeia.
O futuro de todos nós.
Um debate que conta com a participação dos economistas e
professores universitários João Ferreira do Amaral, João César das Neves, Ricardo Paes Mamede, e do professor universitário de Filosofia e Estudos Europeus Viriato Soromenho Marques.

Post corrigido dia 28 Julho.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Coisas Simples

Coisas simples
Por José Vítor Malheiros


A economia e as finanças são-nos apresentadas como algo demasiado complexo, sobre as quais não devemos emitir opiniões


1. Em 1375, o rei D. Fernando promulgou a Lei das Sesmarias. Aquilo que, em linguagem de hoje, se chamaria a Lei dos Baldios. Penso que todos a aprendemos na escola primária e julgo que mesmo aqueles que não voltaram a ouvir falar dela a recordam passados muitos anos. Por que nos lembramos deste pedaço de história e por que esquecemos tantos actos heróicos decorados penosamente, tantas causas de revoluções e tantos pedaços de prosa e de poesia às vezes até lidos com gosto? Lembramo-nos dela porque se trata de uma lei baseada num princípio simples e que faz sentido, que conseguimos compreender, uma lei que nos parece equilibrada, da qual resultam vantagens para a sociedade em geral, que vem dar racionalidade a um mundo imperfeito. Num contexto de escassez de alimentos e de desertificação dos campos, a lei impunha aos proprietários de terras a obrigatoriedade de as trabalhar e de produzir alimentos sob pena de expropriação e posterior entrega a quem as trabalhasse. A lei obrigava os mendigos e vagabundos que tivessem as devidas condições físicas a trabalhar no campo, impunha penas de açoite e possuía a dureza de uma lei medieval mas, mesmo hoje, passados mais de seiscentos anos, ainda nos parece uma lei, no essencial, justa.


2. Movimentos de "indignados" de vários países europeus estiveram reunidos em Lisboa, na livraria Ler Devagar, no domingo, para trocar experiências e visões e discutir a coordenação das suas acções. Um dos participantes nessa reunião, o islandês Gunnar Sigurdsson, citado pelo PÚBLICO, defendeu a criação de um movimento cívico europeu que ponha em causa as regras impostas pelo sistema financeiro. Para isso, diz que é preciso mobilizar "as pessoas que hoje estão sentadas em frente da televisão". E, para as mobilizar, Sigurdsson diz que são precisas "ideias simples", "um conjunto limitado de objectivos com que todos possam concordar". "Não basta dizer que queremos mudanças", disse Sigurdsson. "Temos de dizer às pessoas o que queremos em alternativa".


3. Um dos grandes obstáculos à participação na vida política por parte dos cidadãos é que, hoje em dia, tudo nos parece demasiado complexo. Se alguém sugere que prescindamos das agências de rating, aparecem uns peritos explicando com um sorriso benevolente que as coisas não são assim tão simples, que estas organizações possuem um papel central na economia, que só podemos prescindir das que há se criarmos outras absolutamente iguais e talvez piores. Mas se fazem batota, se são venais, como se vê nas investigações feitas nos EUA sobre a sua acção? Os peritos explicam que, mesmo que seja assim, precisamos delas. E as off-shores, que só servem para os mais ricos fugirem ao fisco, para branquear dinheiro obtido de forma criminosa, para facilitar a espoliação dos povos pelos ditadores, para permitir que alguns fujam às obrigações que todos nós cumprimos? Os peritos sorriem... "As coisas não são assim tão simples... as off-shores são essenciais à economia. Para acabar com elas teria de haver um consenso internacional e isso é impossível. Se não as tivéssemos, seria pior".


E o carrossel não pára, mostrando sempre que existem excelentes razões técnicas para não se fazer aquilo que é justo e necessário.


4. Aceitar o primado da política sobre a economia significa agir de acordo com princípios simples. A preocupação com a simplicidade não exclui o estudo nem o debate de um problema, mas permite equacioná-lo em termos simples, de forma perceptível pelos cidadãos, para que estes decidam. A economia é demasiado importante para ser deixada na mão dos economistas e o argumento de que algo é demasiado complexo para permitir que os cidadãos decidam é inaceitável numa democracia. Acabar com as off-shores é simples e justo. Deixar de contratar agências de rating venais também. Recusar que as agências de rating definam a política nacional ou europeia também. Exigir o lançamento de eurobonds também. E por que não actualizar a ideia de D. Fernando e desincentivar fiscalmente a desocupação de imóveis nas cidades e o abandono de terras nos campos?
.
(jvmalheiros@gmail.com)
in Público

quarta-feira, 13 de julho de 2011

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Zero , 0 , Nada

in Público, 6/7/2011

Quanto vale a palavra de Pedro Passos Coelho?

Santana Castilho *


Sob a epígrafe “Confiança, Responsabilidade, Abertura”, o programa de Governo garante-nos que “… nada se fará sem que se firme um pacto de confiança entre o Governo e os portugueses … “ e assevera, logo de seguida, que desenvolverá connosco uma “relação adulta” (página 3 do dito).
Tentei perceber.
Com efeito, é difícil estabelecer um pacto de confiança com um Governo que não se conhece no momento em que se vota. Mas, Governo posto, o que quer isto dizer? E que outra relação, se não adulta, seria admissível? O que se seguiu foi violento, mas esclarecedor. Passos afirmou em campanha que era um disparate falar do confisco do subsídio de Natal? Afirmou! Passos garantiu que não subiria os impostos e que, se em rara hipótese o fizesse, taxaria o consumo e nunca o rendimento? Garantiu! Passos prometeu suspender o processo de avaliação do desempenho dos professores? Prometeu! Mal tomou posse, sem pudor, confiscou, taxou e continuou. O homem de uma só palavra mostrou ter várias. Ética política? Que é isso? Confiança? Para que serve isso? Relação adulta? Que quer isso dizer?


Não tinha que ser assim, julguei que não seria assim. Mas foi, fatalmente! Passos reconduziu-me a Torga que, se tivesse algum apreço pelos políticos, não se teria demarcado deles de modo tão eloquente: “ A política é para eles uma promoção e para mim uma aflição. E não há entendimento possível entre nós … Separa-nos um fosso da largura da verdade … Ouvir um político é ouvir um papagaio insincero.” Conhecíamos as divergências de Passos Coelho, relativamente a José Sócrates. Começamos agora a conhecer as convergências. Se a palavra de Sócrates já estava politicamente cotada, faz agora sentido perguntar: quanto vale a palavra de Pedro Passos Coelho?

O programa de Governo para a Educação está longe de constituir o plano coerente, arrojado e corajoso de que o país necessitava, para combater o estado de calamidade educativa a que chegamos. Retoma a retórica habitual enganosa: enuncia preambularmente princípios consensuais, para logo os anular através das respectivas medidas. A gasta autonomia e a estafada desconcentração estão lá. Mas não é preciso ser-se iluminado para perceber que, quanto à rede de escolas e gestão das mesmas, é mais controlo centralizado e mais concentração desumanizada e desertificante do interior do país. A suspensão do encerramento de algumas centenas de estabelecimentos não é ditada pela alteração de políticas. Justifica-a o atraso das obras em curso nos grandes centros educativos. Logo que concluídas, prosseguirá a transferência das crianças e a actividade da Parque Escolar, sobre a qual não há uma palavra.

A municipalização da Educação, para que o programa aponta, terá como consequência a feudalização educacional pelo caciquismo local. Quem esteve atento às recentes movimentações nos processos de escolha dos directores não pode deixar de ficar apreensivo. Não me espantará se, a breve trecho, a progressão na carreira docente e o próprio despedimento dos professores depender da decisão dos directores que, por sua vez, dependem dos Conselhos Gerais.

Até Sua Santidade a Troika é profanada no programa para a Educação. Ela manda diminuir o financiamento do ensino privado? O programa faz prever o seu aumento! Ela recomenda o reforço da Inspecção-Geral da Educação? O programa passa ao lado.
Claro que as direcções regionais e o cortejo de custos e prebendas que significam resistem à prudente via reformista.
A prova de acesso à docência é recuperada. Foi instituída por Maria de Lurdes Rodrigues, que, entretanto, não a pôs em prática. Estipula que, para se exercer actividade docente num estabelecimento de ensino público pré – escolar, básico ou secundário, não chega o grau académico de mestre. É preciso aprovação numa prova de avaliação de conhecimentos e competências. Recuperando-a, Nuno Crato vem dizer duas coisas: que não confia nas instituições de ensino superior que formam professores e que nós, portugueses, não devemos confiar no Estado. Com efeito, as universidades e os politécnicos, que formam professores, não são clandestinos. Foram reconhecidos pelo Estado como competentes para tal, através de uma agência externa, tão do agrado do ministro. Para operarem, têm que obedecer às exigências do Estado. O Estado fiscaliza-as e pode fechá-las, se deixar de lhes reconhecer qualidade. O Estado é, pois, tutor de todas. Mas, mais ainda, o Estado é dono da maioria. Neste quadro, esta prova de avaliação de conhecimentos e competências mostra que o Estado não confia em si próprio. E faz com que todos aqueles que pagaram propinas durante anos para obterem uma habilitação profissional, sublinho, profissional, se sintam agora enganados e deixem de confiar no Estado.

Nuno Crato lamentou o tempo que se perde com conflitos. Mas permite que continue o maior do sistema. Refiro-me ao processo pelo qual se avalia o desempenho dos docentes. Foi deplorável Pedro Passos Coelho ter dito que não revoga a avaliação do desempenho porque agora só tem três meses, quando, em Março, quando a propôs, tinha seis. Se isto fizesse algum sentido, que não faz (Passos Coelho sabe bem que não fala verdade), então devia tê-lo dito em campanha. E não disse. Mais: esqueceu-se de que, em Novembro de 2009, o PSD deu ao PS um mês para fazer a mesma coisa? Entretanto, entre o programa eleitoral do PSD e o programa do Governo, sumiram os princípios que deveriam nortear o futuro modelo. Dissimuladamente, como convinha!


* Professor do ensino superio

terça-feira, 5 de julho de 2011

Santana Castilho, sobre Passos Coelho e Educação

A Ver e rever...
Bravo Santana Castilho!!!



Grande intervenção....

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Novo Programa PSD , CDS

Medidas do Governo PSD e CDS/PP

As primeiras medidas, já a anunciar hoje.

Aumento da taxa máxima do IVA para 25%
Alterações ao Imposto IRS, com um aumento de impostos.

Redução da Taxa Social Unica, ou seja um desagravamento para as empresas dos custos com o trabalho. A Segurança Social depois quando tiver problemas de sustentabilidade vai ser coberta pelos impostos dos Portugueses.

Encerramentos de Institutos e Empresas do sector público.

Venda de Empresas e de participações em empresas como a TAP, EDP, Correios, ..., etc...

Fim de apoios à Cultura, como Teatro, Cinema, .... etc....


BOM , mas não digam que ficam muito surpreendidos...

Pois cerca de 80% dos Portugueses votou neles há cerca de 1 mês.

Era mesmo isto que queriam.

Ai o têm.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Novo Governo concluido

Ai temos o novo Governo de Portugal, agora completo.
E com Programa e tudo...

Uma imagem do País na rua...



À RASCA , agora ainda mais à Rasquinha

domingo, 26 de junho de 2011

PIGS e infecciosos



Feios, PIGS e infecciosos



2011-06-03


Afinal a bactéria que tem andado a infectar e matar alemães e viajantes chegados do Norte da Alemanha é, revelou a Organização Mundial de Saúde, uma nova estirpe da familiar "escherichia coli". Os pepinos espanhóis (desta vez a coisa demorou menos tempo a apurar do que sucedeu no caso do incêndio do Reichstag) foram só o bode expiatório das autoridades alemãs.

Um bode expiatório, como os comunistas em 1933, perfeitamente credível para o alemão comum, já que a Espanha é, com Portugal, Irlanda e Grécia, um dos tenebrosos PIGS, os países feios, porcos, maus, preguiçosos e gastadores da periferia do "lebenraum" comunitário da senhora Merkel cujos problemas a impecavelmente asseada Banca alemã "ajuda" a resolver a generosos juros usurários enquanto se ajuda não menos generosamente a si mesma.

Países que não sabem governar-se e que, por isso, tem que ser a sempre esforçada Alemanha, por interposta UE, a governá-los e, como na Grécia, a cobrar-lhes os impostos e encarregar-se da privatização das suas empresas e serviços públicos (e a altura chegará em que os próprios governos dos países "ajudados" terão que ter o "agreement" do chanceler de serviço em Berlim).

A declaração de inocência dos pepinos PIGS faz supor que - disse-o à BBC Reinhard Burger, presidente do Instituto Koch - possa nunca vir a ser descoberta a origem do surto infeccioso. Principalmente se a origem for, digo eu, a carne alemã.

Manuel António Pina


crónica JN - Jornal de Noticias

terça-feira, 21 de junho de 2011

0 0 0 0

Dia 0
do novo governo de Portugal.

Com este governo , o que se pode dizer sobre;
à partida .... não me ocorre nada...
é um caso raro de rejeição...

Até estar a escrever sobre tal coisa me faz sentir enjoos.

Esperar. Não para ver, esperar pois não há muito mais a fazer.

O que esta gente se prepara para fazer é muito grave e põe em risco a sobrevivencia do país.

Talvez esteja errado, mas se formos à falência como país , e isto é um risco grande, já não vai sobrar quase nada para a seguir se reconstruir.

hoje 21 Junho, pode ter sido o dia em que realmente se começa a antever um fim trágico para o país.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Comentário ao Post anterior

PRCEC

Porra, ainda não têm o poder nas mãos e já nos estão a F...!!!

domingo, 19 de junho de 2011

Um Novo PRCEC ??

No Blog Arrastão , li e tirei o seguinte texto...
de Miguel Cardina

A SEDES tem um núcleo jovem. Um oxímoro que se prestaria a algumas graças. Mas deixemos por agora isso, uma vez que o texto que o grupo decidiu divulgar - uma Carta Aberta aos Decisores Políticos e Parceiros Sociais - dá-nos um retrato preocupante daquilo que são as novas elites tecnocráticas emergentes, agora com espaço político para poderem vingar. Como já se esperava, o documento está cheio de arremessos retóricos típicos da escola medina-carreirista: contra a "gordura" do Estado, contra a "politiquice" reinante, por uma "relação construtiva entre quem governa e quem é governado". Para que cada macaco fique o seu galho e se proceda à necessária lipoaspiração, os jovens sediciosos apelam a "amplos consensos" que têm como alvo - et voilá! - a Constituição. Falam mesmo de um "processo de Revisão Constitucional agora em curso".

Talvez negociações profundas se estejam a passar debaixo do pano e longe do olhar dos cidadãos que justifiquem este "em curso". Talvez seja isso mesmo a tal "relação construtiva entre quem governa e quem é governado": vivamos despreocupados a nossa vida porque um conjunto de gente séria e informada nos está a tratar da vidinha. Ou então é apenas furor ideológico que confunde a realidade presente com um futuro apetecível.
Ai estes jovens...

Ver-se Grego

Irá a Grécia conseguir?

A Grécia comprou algum tempo com um novo pacote de apoio financeiro, mas o país não está ainda fora de perigo. Continua por saber se as políticas de austeridade prometidas pelo Governo do primeiro-ministro George Papandreou se vão revelar politicamente aceitáveis e sustentáveis

Dani Rodrik
Jornal "Público"

sábado, 18 de junho de 2011

Nuno Crato de viva voz



Ops!!! É isto que o sr. defende ...

O Passos ensandeceu!

A Escolha de NUNO CRATO para a pasta da Educação é um erro monumental.




Mas este gajo , o novo Primeiro-Ministro Passos Coelho não conhece o que este sr. Nuno Crato vinha a dizer por exemplo no Programa Plano Inclinado da SIC.



Este Pais endoidou de vez.



Nuno Crato é o equivalente na área da Educação ao que é o Prof. Medina Carreira nas Finanças e na Economia. ou seja um extra-terrestre.



As suas ideias sobre educação passam por implodir o Ministério da Educação , por considerar que o Ensino está muito Pior do que há 20 anos, mas baseado em que dados???, não tem nenhum para apresentar!!! nem sabe de nenhum porque existe um bando de malfeitores no Ministério que esconde tudo , que todas as informações do Ministério são manipuladas, que não acredita em nenhum elemento que vem do Ministério da Educação.



É da Escola do Medina. São uns tremendistas. catastrofistas. Para eles o Ensino está num estado catastrófico. Para eles o que se passa hoje nas escolas é uma tragédia.


E depois pedem a este senhor para explicar porque diz isso, e o que diz ele????



Depois a conversa é sempre a mesma, a teoria da conspiração, que existe no Ministério da Educação uma Mafia de gente que só faz mal à Escola, liderados pelos senhores das ciências da educação.



É só este o tipo de discurso que têm.


Uma miséria.



Inacreditável.


Se é isto que Passos quer para o nosso sistema educativo,... ,


..... estamos mal!!!!

estamos lixados.



tanta incompetência!!!


Aqui fica a forma de trabalho do novo Ministro da Educação Nuno Crato;

Metudo de Redução ao Absurdo.

Absurdo!!!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O novo Governo de Portugal

NOVO GOVERNO - primeiros nomes

1º MINISTRO

Pedro Passos Coelho

Imagem do SuperPateta

Ministro da Defesa
Pedro Aguiar Branco

Ministro dos Assuntos Parlamentares
Miguel Relvas
Imagem dos Irmãos Metralha

Ministro Administração Interna
Miguel Macedo

Imagem Mancha Negra

Ministro dos Negócios Estrangeiros
Paulo Portas (CDS-PP)


Imagem Rato Mickey

Ministra da Justiça
Paula Teixeira da Cruz
Imagem de Catherine Deneueve

Ministro da Solidariedade e Segurança Social
Pedro Mota Soares CDS-PP
Imagem Zezinho ou Huginho ou Luizinho


Ministra da Agricultura, Mar , Ambiente, Território
Assunção Cristas (CDS-PP)


Imagem Maga Patalógica