sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
"Gostoso demais"; Maria Bethania
Deve ter sido "Gostoso demais"
Linda esta canção
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Grito de Alerta; Maria Bethania
Quem me dera ter ido.
Já estava esgotado à vários dias.
Eis uma das suas músicas mais conhecidas "Fera Ferida"
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
"Tua" , Maria Bethania
Música de Adriana Calcanhotto;
esta canção ganhou um GRAMMY 2010 para música Latina
LN
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sei que não vou por aí...
Hoje saíram os números do 3º Trimestre sobre o DESEMPREGO em Portugal.
Do INE ou da OCDE , não sei bem.
Subiu novamente PARA 10,9%.
É um desastre para o país....
Não vivemos só uma crise financeira....
Vivemos uma crise moral e de falta de lideranças.
É assustador vermos a incapacidade de quem dirige o Estado, a falta de iniciativas, a falta de tudo....
Como diz o Poema do José Régio , que pôs aqui no Blog, em "Cantico Negro"
LN
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Tomar banho desol, banho de sol
Rita Lee e Maria Bethania
Baila Comigo
Rita Lee
Composição: Rita Lee
Se Deus quiser
Um dia eu quero ser índio
Viver pelado
Pintado de verde
Num eterno domingo
Ser um bicho preguiça
Espantar turista
E tomar banho de sol
Banho de sol!
Banho de sol!
Sol!...
Se Deus quiser
Um dia acabo voando
Tão banal assim
Como um pardal
Meio de contrabando
Desviar do estilingue
Deixar que me xingue
E tomar banho de sol
Banho de sol!
Banho de sol!
Banho de sol!...
Baila Comigo!
Como se baila na tribo
Baila Comigo!
Lá no meu esconderijo
Ai! Ai! Ai!
Baila Comigo!
Ah! Ah! Uh! Uh!
Como se baila na tribo
Oh! Oh! Baila ba, ba
Baila Comigo!
Lá no meu esconderijo...
Se Deus quiser
Um dia eu viro semente
E quando a chuva
Molhar o jardim
Ah! Eu fico contente
E na primavera
Vou brotar na terra
E tomar banho de sol
Banho de sol!
Banho de sol!
Sol!...
Se Deus quiser
Um dia eu morro bem velha
Na hora "H"
Quando a bomba estourar
Quero ver da janela
E entrar no pacote
De camarote...
E tomar banho de sol
Banho de sol!
Banho de sol!
Banho de sol!...
Baila Comigo!
Como se baila na tribo
Uh! Uh! Uh! ,
Baila ba, ba
Baila Comigo!
Lá no meu esconderijo
Ai! Ai! Oh!
Baila Comigo!
Ah! Ah! Uh! Uh!
Como se baila na tribo
Baila ba, ba
Baila Comigo!
Lá no meu esconderijo
Ai! Ai! Ai!...
Que lindo!!!
LN
terça-feira, 28 de setembro de 2010
"Ultimatum" de Álvaro de Campos
Imagens dos créditos finais do documentário 'Pedrinha de Aruanda', de Andrucha Waddington
Mandato de despejo aos mandarins do mundo
Fora tu,
reles
esnobe
plebeu
E fora tu, imperialista das sucatas
Charlatão da sinceridade e tu, da juba socialista, e tu, qualquer outro
Ultimatum a todos eles
E a todos que sejam como eles
Todos!
Monte de tijolos com pretensões a casa
Inútil luxo,
megalomania triunfante
E tu, Brasil, blague de Pedro Álvares Cabral
Que nem te queria descobrir
Ultimatum a vós que confundis o humano com o popular
Que confundis tudo
Vós, anarquistas deveras sinceros
Socialistas a invocar a sua qualidade de trabalhadores
Para quererem deixar de trabalhar
Sim, todos vós que representais o mundo
Homens altos
Passai por baixo do meu desprezo
Passai aristocratas de tanga de ouro
Passai Frouxos
Passai radicais do pouco
Quem acredita neles?
Mandem tudo isso para casa
Descascar batatas simbólicas
Falência de tudo por causa de todos!
Falência de todos por causa de tudo!
De um modo completo, de um modo total, de um modo integral:
Fechem-me tudo isso a chave
E deitem a chave fora
Sufoco de ter só isso a minha volta
Deixem-me respirar
Abram todas as janelas
Abram mais janelas
Do que todas as janelas que há no mundo
Nenhuma idéia grande
Nenhuma corrente política
Que soe a uma idéia grão
E o mundo quer a inteligência nova
A sensibilidade nova
O mundo tem sede de que se crie
Porque aí está apodrecer a vida
Quando muito é estrume para o futuro
O que aí está não pode durar
Porque não é nada
Eu da raça dos navegadores
Afirmo que não pode durar
Eu da raça dos descobridores
Desprezo o que seja menos
Que descobrir um novo mundo
Proclamo isso bem alto
Braços erguidos
Fitando o Atlântico
E saudando abstractamente o infinito."
Alvaro de Campos , 1917 , Excerto adaptados Maria Bethania
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Depois de ter você
Maria Bethânia e Adriana Calcanhoto
Depois ter você
LN
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Sonho Meu,cantado Bethânia
Sonho Meu
Maria Bethânia e Gal Costa
LN
domingo, 18 de julho de 2010
Baila Comigo, Maria Bethânia
Maria Bethânia & Rita Lee
Baila Comigo
Se Deus Quiser
Um dia
Eu quero ser indio
Viver pelado pintado de verde
Num eterno domingo
Ser um bicho preguiça
espantar turista
Tomar banho de sol
Tomar banho de sol
Tomar banho de sol
LN
sábado, 17 de julho de 2010
Maria Bethânia em Portugal
Vejam o site da Bethânia http://www.mariabethania.com.br/
Dia 22 Julho (Cascais, no hipódromo)
Dia 24 Julho (Porto, no Coliseu)
Vejam este video...
Maria Bethania e Beth Carvalho e Caetano Veloso
É DE MANHÃ - SUÍTE DOS PESCADORES
Que bonito esse show
LN
terça-feira, 23 de março de 2010
Apesar de você, de Chico buarque
Bethania canta Chico Buarque
Apesar De Você
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
(Crescendo) Amanhã vai ser outro dia x 3
Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão, não.
A minha gente hoje anda
Falando de lado e olhando pro chão
Viu?
Você que inventou esse Estado
Inventou de inventar
Toda escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar o perdão
(Coro) Apesar de você
amanhã há de ser outro dia
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia?
Como vai proibir
Quando o galo insistir em cantar?
Água nova brotando
E a gente se amando sem parar
Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido,
Esse grito contido,
Esse samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora tenha a fineza
de "desinventar"
Você vai pagar, e é dobrado,
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar
(Coro2) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Ainda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não queria
Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença
E eu vou morrer de rir
E esse dia há de vir
antes do que você pensa
Apesar de você
(Coro3) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear, de repente,
Impunemente?
Como vai abafar
Nosso coro a cantar,
Na sua frente.
Apesar de você
(Coro4) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai se dar mal, etc e tal,
La, laiá, la laiá, la laiá??
E agora o Chico Buarque
LN
segunda-feira, 22 de março de 2010
Calice, Bethania, Chico, Milton
Música de resistência!! Uma música da história do Brasil!
Já tinha posto aqui no Blog , mas agora é a versão cantada pela Bethania
Cálice
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque e Gilberto Gil
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...(2x)
Como beber
Dessa bebida amarga
Tragar a dor
Engolir a labuta
Mesmo calada a boca
Resta o peito
Silêncio na cidade
Não se escuta
De que me vale
Ser filho da santa
Melhor seria
Ser filho da outra
Outra realidade
Menos morta
Tanta mentira
Tanta força bruta...
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...
Como é difícil
Acordar calado
Se na calada da noite
Eu me dano
Quero lançar
Um grito desumano
Que é uma maneira
De ser escutado
Esse silêncio todo
Me atordoa
Atordoado
Eu permaneço atento
Na arquibancada
Prá a qualquer momento
Ver emergir
O monstro da lagoa...
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...
De muito gorda
A porca já não anda
(Cálice!)
De muito usada
A faca já não corta
Como é difícil
Pai, abrir a porta
(Cálice!)
Essa palavra
Presa na garganta
Esse pileque
Homérico no mundo
De que adianta
Ter boa vontade
Mesmo calado o peito
Resta a cuca
Dos bêbados
Do centro da cidade...
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...
Talvez o mundo
Não seja pequeno
(Cálice!)
Nem seja a vida
Um fato consumado
(Cálice!)
Quero inventar
O meu próprio pecado
(Cálice!)
Quero morrer
Do meu próprio veneno
(Pai! Cálice!)
Quero perder de vez
Tua cabeça
(Cálice!)
Minha cabeça
Perder teu juízo
(Cálice!)
Quero cheirar fumaça
De óleo diesel
(Cálice!)
Me embriagar
Até que alguém me esqueça
(Cálice!)
Agora o Chico Buarque e o Milton Nascimento
LN