domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Homenagem ao Estive Quase Para Ir - Versão musical em nhã nhã nhãs-
hát nhã nhã nhã tuồng nhã nhã nhã chèo nhã nhã nhã
Maria, música francesa
Vi no Doc Lisboa e gostei
Música boa
"Grâce au ZicBus, on découvre ou redécouvre les talents de la scène grenobloise. Si Maria n'est pas la plus connue, elle a offert un joli voyage mélodique aux passagers du fameux bus. On devrait sans doute entendre reparler d'elle bientôt... En attendant, vidéo"
LN
Música boa
"Grâce au ZicBus, on découvre ou redécouvre les talents de la scène grenobloise. Si Maria n'est pas la plus connue, elle a offert un joli voyage mélodique aux passagers du fameux bus. On devrait sans doute entendre reparler d'elle bientôt... En attendant, vidéo"
LN
"Bebido o luar", poema de Sophia
Bebido o luar, ébrios de horizontes,
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.
Mas solitários somos e passamos,
Não são nossos os frutos nem as flores,
O céu e o mar apagam-se exteriores
E tornam-se os fantasmas que sonhamos.
Por que jardins que nós não colheremos,
Límpidos nas auroras a nascer,
Por que o céu e o mar se não seremos
Nunca os deuses capazes de os viver.
Sophia de Mello Breyner Andresen
No Blog Webclub
LN
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.
Mas solitários somos e passamos,
Não são nossos os frutos nem as flores,
O céu e o mar apagam-se exteriores
E tornam-se os fantasmas que sonhamos.
Por que jardins que nós não colheremos,
Límpidos nas auroras a nascer,
Por que o céu e o mar se não seremos
Nunca os deuses capazes de os viver.
Sophia de Mello Breyner Andresen
No Blog Webclub
LN
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
"Nas ervas", poema Eugénio de Andrade
Escalar-te lábio a lábio,
percorrer-te: eis a cintura
o lume breve entre as nádegas
e o ventre, o peito, o dorso
descer aos flancos, enterrar
os olhos na pedra fresca
dos teus olhos,
entregar-me poro a poro
ao furor da tua boca,
esquecer a mão errante
na festa ou na fresta
aberta à doce penetração
das águas duras,
respirar como quem tropeça
no escuro, gritar
às portas da alegria,
da solidão.
porque é terrivel
subir assim às hastes da loucura,
do fogo descer à neve.
abandonar-me agora
nas ervas ao orvalho -
a glande leve.
Eugénio de Andrade
No Blog WebClub
LN
percorrer-te: eis a cintura
o lume breve entre as nádegas
e o ventre, o peito, o dorso
descer aos flancos, enterrar
os olhos na pedra fresca
dos teus olhos,
entregar-me poro a poro
ao furor da tua boca,
esquecer a mão errante
na festa ou na fresta
aberta à doce penetração
das águas duras,
respirar como quem tropeça
no escuro, gritar
às portas da alegria,
da solidão.
porque é terrivel
subir assim às hastes da loucura,
do fogo descer à neve.
abandonar-me agora
nas ervas ao orvalho -
a glande leve.
Eugénio de Andrade
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
ESPERANZA
terça-feira, 14 de setembro de 2010
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