sábado, 7 de novembro de 2009
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Que Força é essa Amigo? - Sérgio Godinho
"Que Força é essa", Sérgio Godinho
A versão é dos "Erva de Cheiro", fica a mensagem...
LN
Uma Europa de Pobres (Velha Europa)
Para além destes 16% de europeus que já ultrapassaram o limite mínimo do descalabro (e da decência pessoal e da auto-estima e do pudor consigo próprios e da vontade de se verem ao espelho todos os dias), há mais 7% (mais 5,6 milhões de pessoas) que temem violentamente seguir-lhes os passos.
Em Portugal, só no limitado conjunto dos idosos, há 40 mil pessoas que não têm meios autónomos necessários e suficientes para pagar a sua sobrevivência - por outras palavras, passam fome. Por outro lado, 89% dos europeus considera que compete aos Governos Nacionais fazerem mais e melhor que aquilo que fizeram na última década para estancar este cancro miserável que é o crescimento do número de cidadãos afectados pela pobreza. ESTATÍSTICAS DESTE CALIBRE QUEREM DIZER QUE A SOCIEDADE QUE ASSIM RESPONDE NÃO PRESTA. "
António Freitas de Sousa, Suplemento Outlook, no jornal Weekend Económico, 31/10/2009
imagem da capa do filme "Espelhos do medo", no Blog do tasi
Vale a pena ler o artigo todo que saiu no Semanário Económico.
Este artigo não é meu , não é de ninguem que eu conheça. Não deve ter nada a ver com a Esquerda Velha.
Quem está há mais de 14 anos (Desde 1995) no poder em Portugal é o PS e o Eng. Sócrates, apenas com uma interrupção de 3 anos.
Estes números não são novidade para ninguém.
Será que vivemos num país em que quem nos governa tem mérito?
Acho que não tem. Não sei, mas os portugueses deram-lhes a Maioria dos votos novamente.
A realidade não é de Esquerda ou de Direita está aqui ao nosso lado, só não a vê quem não se importa muito com ela.
Ser de Esquerda "velha", ou Esquerda "Nova" , ou de Direita, ou de Centro, ou Liberal, não é esse o Problema. O que é preciso é construir um País mais Justo e com menos Pobreza.
É isso que estes Sr. Sócrates, Durões , Santanas e Portas , não foram capazes de fazer.
LN
Vida Real - Outono, Paula Teixeira da Cruz
Vivemos um duríssimo Outono político, económico e social, muito perto de se tornar um ‘Inverno Siberiano’
As más notícias de pedidos de insolvência, de aumento do desemprego e do aumento do deficit continuam.
Sucedem-se igualmente as notícias de tráfico de influências, corrupção, estranhas participações em negócios e do muito deslumbramento que caracteriza um certo arrivismo. O País está muito pouco frequentável, convenhamos. Tudo parece enredar-se em todos, como se a normalidade podre fosse o estado normal da coisa e ante ela fosse possível apenas encolher os ombros, onde já nada espanta. Somos demasiado fatalistas.
Permito-me apenas uma pergunta (aparentemente ingénua): para quê? Alguém pensa no que restará deste País, sem rumo, empobrecido e cheio de vícios? E não são ‘apenas’ os que aqui se deixaram descritos, são também os vícios dos jogos políticos e das tácticas políticas, que não só nos impacientam – já não divertem nem têm qualquer aspecto lúdico – antes entristecem profundamente.
Além disso, são perceptíveis à primeira, o que significa que também não têm propriamente a qualidade que os seus fautores desejam e com que se parecem divertir.
Vivemos um duríssimo Outono político, económico e social, muito perto de se tornar um ‘Inverno Siberiano’.
Não por muito tempo, as poucas receitas da pouca produtividade e o endividamento estrangeiro vão permitir manter prestações sociais. E isso, numa sociedade desestruturada e sem iniciativa como a nossa (pouco empreendedora como agora se gosta de dizer), pode trazer, seguramente, convulsões sociais de uma dimensão próxima da, aqui sim, ‘tempestade perfeita’.
Ainda se tivéssemos um Governo que pudesse ser exemplo, com projectos de referência... mas não, salvo as honrosas excepções, que apesar de tudo existem, mas que provavelmente sofrerão na carne a recusa dos sonhos e daquilo em que acreditam.
É certo que ainda há ilhas de seriedade, de competência e até de excelência, mas são ilhas e não mais do que ilhas. De resto nem sempre bem-vistas, quando não castigadas.
Começa a ser muito estreita a porta da viabilização do País. O maior Partido da Oposição pode, por isso, vir a ser uma esperança ou mais do mesmo.
Esperamos que uma esperança, mas não uma esperança vazia e que se esgote nisso, antes uma esperança com soluções, muito para lá da busca e da conquista da mera titularidade do Poder.
Paula Teixeira da Cruz
Embora eu não acredite que seja a Direita que tenha as soluções para o país, estas preocupações são também as da Esquerda.
LN
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Mahatma Ghandi, citações 6
Ghandi
no site pensador.info
LN
Claude Levi-Strauss
Morreu o antropólogo que tirou a palavra "selvagem" do vocabulário
No Ípsilon, suplemento do Público
LN
PM e GOV
Santana Castilho considera modelo "medíocre e humanamente desprezível"
"O professor universitário Santana Castilho defendeu hoje a suspensão imediata do modelo de avaliação dos professores, que considerou "medíocre e humanamente desprezível", pelo que só pode ter como destino "o caixote do lixo"."
Faço minhas as palavras do Prof. Castilho , mas neste caso para o próprio Primeiro-Ministro e o seu Governo:
"medíocre e humanamente desprezível",
pelo que só pode ter como destino "o caixote do lixo"
LN