Nobre Vagabundo - Coliseu de Lisboa, Portugal
"Quanto tempo tem para matar essa saudade"
Pérola Negra, com Imagens da Bahia
LN
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Amo tracinho te
do Blog WEBCLUB
«Quando pela primeira vez escrevi amote fui repreendida pela gramática Não quis saber Tinha-te mais comigo assim numa palavra só
Quando pela primeira vez soletrei a-mo-te desfiz-te em pedaços mas com pressa e gula te comi inteiro te reuni em mim
Quando pela primeira vez nos começámos a separar respeitei a ortografia e sem dar por isso separei-te de mim : amo tracinho te
Quando pela primeira vez nos re-unimos melancolicamente soletrei a-ma-me como quem esbagulha uma romã
Quando pela primeira vez me disseste amo tracinho te tudo estava certo e solitário eu separada de ti por um pântano de ninguém tu à distância sem mim sem barco e sem vontade Esbracejei não me quis conformar Acenei-te gritei-te de longe Amasme? numa palavra só furiosamente só a dois de braços estendidos a lutar contra os ventos separadores da ortografia e do alto mar Respondeste gritaste claro que te amo te amo
te
amo
escandiam os ventos e o eco em duas palavras separadas
Entre mim e ti o pântano crescia depois secou depois a crosta terrestre desfez-se e refez-se e houve outros novos mares e continentes e tudo ficou então provisoriamente definitivo e adulto reconciliado com a geografia e a gramática : eu tu solidamente sós
amas tracinho me?
amo tracinho te
é claro!»
Teresa Rita Lopes
LN
«Quando pela primeira vez escrevi amote fui repreendida pela gramática Não quis saber Tinha-te mais comigo assim numa palavra só
Quando pela primeira vez soletrei a-mo-te desfiz-te em pedaços mas com pressa e gula te comi inteiro te reuni em mim
Quando pela primeira vez nos começámos a separar respeitei a ortografia e sem dar por isso separei-te de mim : amo tracinho te
Quando pela primeira vez nos re-unimos melancolicamente soletrei a-ma-me como quem esbagulha uma romã
Quando pela primeira vez me disseste amo tracinho te tudo estava certo e solitário eu separada de ti por um pântano de ninguém tu à distância sem mim sem barco e sem vontade Esbracejei não me quis conformar Acenei-te gritei-te de longe Amasme? numa palavra só furiosamente só a dois de braços estendidos a lutar contra os ventos separadores da ortografia e do alto mar Respondeste gritaste claro que te amo te amo
te
amo
escandiam os ventos e o eco em duas palavras separadas
Entre mim e ti o pântano crescia depois secou depois a crosta terrestre desfez-se e refez-se e houve outros novos mares e continentes e tudo ficou então provisoriamente definitivo e adulto reconciliado com a geografia e a gramática : eu tu solidamente sós
amas tracinho me?
amo tracinho te
é claro!»
Teresa Rita Lopes
LN
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Controvérsia com Guilherme Valente e com o Doutor Fiolhais
O "sr." e o "Doutor" no blog Rerum Natura
Destaco da caixa de comentários ao post relativo ao programa "Plano Inclinado" com Guilherme Valente o seguinte do leitor Luís Neves:
"(...) Só um País subdesenvolvido como o nosso pode ter como Professores universitários consagrados pessoas como o sr. Medina Carreira, sr. Nuno Crato, e este inenarrável sr. Guilherme.
Dar crédito a qualquer uma das ideias deste trio de aposentados da razão, seria certamente o aniquilar de qualquer ideia de Futuro para Portugal e Abandonar a ideia de Escola Pública moderna.
Venha antes o Doutor Salazar ou Prof. Marcelo Caetano...
chiça... (...)"
E a resposta de Guilherme Valente:
"O meu Pai morreu quando eu tinha oito anos. Era advogado. A minha Mãe contava-me que quando era preso pela PIDE o tratavam por Sr. Valente, retirando o Dr., cujo uso era costume. Essa tentativa odiosa de humilhação ficou gravada a fogo na minha memória.
O meu nome é Guilherme Valente. Apenas. E um homem vale o que valerem os seus argumentos."
Luís Neves que trata o editor da Gradiva por "sr. Guilherme" e o ex-presidente do conselho por "Doutor Salazar" é, ele próprio o confessa, um saudosista do Estado Novo. Hoje, porque há liberdade de expressão, pode dizer o que quiser, o que não acontecia antigamente. Mas convém realçar uma diferença importante entre os esbirros da PIDE e os saudosos dela: os primeiros tinham um rosto, os segundos nem isso.
É lamentável que o Professor Carlos Fiolhais se referira assim a mim.
Não tenho a menor intenção em intervir numa discussão deste tipo. Não fazem qualquer sentido este tipo de insinuações.
Deixo aqui a Resposta que dei a este tipo de acusações que me foram dirigidas...
" Luis disse...
Quero lembrar ao Carlos Fiolhais e aos restantes comentadores do Rerum Natura, a forma como o Guilherme Valente (espero que esta forma de o tratar seja a que ele prefira) se refere neste Programa de TV a todos (Todos os que trabalham na área do Ensino e Educação em Portugal)
1º Compara o trabalho de dezenas de milhares de Professores e Educadores na formação dos nossos jovens às ideias Nazis.
2º Apelida quem acredita nas ciências da educação e as aplica nas suas Escolas como complemento e ferramenta de Ensino, foram apelidados como "Idiotas úteis"
Este programa de TV tem um público de milhares de pessoas! as pessoas que têm opiniões que são tão radicais e são tão infundadas não podem livremente estar a insultar livremente o trabalho de milhares de pessoas , assim como quem se refere a assassinos Nazis.
Não pode! é imoral!
EU SIGO há muito este Blog RERUM NATURA, tenho uma enorme admiração pelo Prof. Carlos Fiolhais e nunca percebi que neste espaço seguissem esta linha de pensamento. Que é muito pouco edificante . Porque assim não se constroi nada. É apenas um exercicio de retórica e de vaidade pessoal e de querer ser original à força.
O ano passado fui assistir na Gulbenkian a uma conferência sobre o Ensino da Matemática em que Participou o Prof. Carlos Fiolhais, texto que foi recentemente postado no Rerum Natura. Eu copiei o Texto e também o publiquei no meu Blog.
Nessa conferência tive a oportunidade de ouvir o Prof. Nuno Crato em frente a centenas de Professores de Matemática , e tive a esperança que talvez ele nesse dia conseguisse finalmente explicar o que era isso de o "Eduquês". Mas o que é verdade é que os senhores falam muito nessa palavra , mas no fundo não sabem muito bem explicar o que ela quer dizer.
Quanto ao comentário do Prof. Fiolhais de eu ser adepto ou simpatizante de Salazar ou da PIDE , isso são coisas sem qualquer sentido. Não vale a pena estar a comentar coisas que não têm nada a ver comigo nem com as minhas ideias. Acho que o Blog "Rerum Natura" é um excelente Blog de Ciência, e vou continuar a ler e seguir, e dou os Parabêns a todos os autores. Não acho que este Blog sirva este tipo de discussão, e de defesa da honra dos amigos.
Eu não pretendi ofender ou menorizar os senhores que participaram nesse referido programa. Pretendi apenas expressar a minha opinião extremamente negativa sobre o que os senhores Doutores disseram no referido programa."
Luis Neves
Destaco da caixa de comentários ao post relativo ao programa "Plano Inclinado" com Guilherme Valente o seguinte do leitor Luís Neves:
"(...) Só um País subdesenvolvido como o nosso pode ter como Professores universitários consagrados pessoas como o sr. Medina Carreira, sr. Nuno Crato, e este inenarrável sr. Guilherme.
Dar crédito a qualquer uma das ideias deste trio de aposentados da razão, seria certamente o aniquilar de qualquer ideia de Futuro para Portugal e Abandonar a ideia de Escola Pública moderna.
Venha antes o Doutor Salazar ou Prof. Marcelo Caetano...
chiça... (...)"
E a resposta de Guilherme Valente:
"O meu Pai morreu quando eu tinha oito anos. Era advogado. A minha Mãe contava-me que quando era preso pela PIDE o tratavam por Sr. Valente, retirando o Dr., cujo uso era costume. Essa tentativa odiosa de humilhação ficou gravada a fogo na minha memória.
O meu nome é Guilherme Valente. Apenas. E um homem vale o que valerem os seus argumentos."
Luís Neves que trata o editor da Gradiva por "sr. Guilherme" e o ex-presidente do conselho por "Doutor Salazar" é, ele próprio o confessa, um saudosista do Estado Novo. Hoje, porque há liberdade de expressão, pode dizer o que quiser, o que não acontecia antigamente. Mas convém realçar uma diferença importante entre os esbirros da PIDE e os saudosos dela: os primeiros tinham um rosto, os segundos nem isso.
É lamentável que o Professor Carlos Fiolhais se referira assim a mim.
Não tenho a menor intenção em intervir numa discussão deste tipo. Não fazem qualquer sentido este tipo de insinuações.
Deixo aqui a Resposta que dei a este tipo de acusações que me foram dirigidas...
" Luis disse...
Quero lembrar ao Carlos Fiolhais e aos restantes comentadores do Rerum Natura, a forma como o Guilherme Valente (espero que esta forma de o tratar seja a que ele prefira) se refere neste Programa de TV a todos (Todos os que trabalham na área do Ensino e Educação em Portugal)
1º Compara o trabalho de dezenas de milhares de Professores e Educadores na formação dos nossos jovens às ideias Nazis.
2º Apelida quem acredita nas ciências da educação e as aplica nas suas Escolas como complemento e ferramenta de Ensino, foram apelidados como "Idiotas úteis"
Este programa de TV tem um público de milhares de pessoas! as pessoas que têm opiniões que são tão radicais e são tão infundadas não podem livremente estar a insultar livremente o trabalho de milhares de pessoas , assim como quem se refere a assassinos Nazis.
Não pode! é imoral!
EU SIGO há muito este Blog RERUM NATURA, tenho uma enorme admiração pelo Prof. Carlos Fiolhais e nunca percebi que neste espaço seguissem esta linha de pensamento. Que é muito pouco edificante . Porque assim não se constroi nada. É apenas um exercicio de retórica e de vaidade pessoal e de querer ser original à força.
O ano passado fui assistir na Gulbenkian a uma conferência sobre o Ensino da Matemática em que Participou o Prof. Carlos Fiolhais, texto que foi recentemente postado no Rerum Natura. Eu copiei o Texto e também o publiquei no meu Blog.
Nessa conferência tive a oportunidade de ouvir o Prof. Nuno Crato em frente a centenas de Professores de Matemática , e tive a esperança que talvez ele nesse dia conseguisse finalmente explicar o que era isso de o "Eduquês". Mas o que é verdade é que os senhores falam muito nessa palavra , mas no fundo não sabem muito bem explicar o que ela quer dizer.
Quanto ao comentário do Prof. Fiolhais de eu ser adepto ou simpatizante de Salazar ou da PIDE , isso são coisas sem qualquer sentido. Não vale a pena estar a comentar coisas que não têm nada a ver comigo nem com as minhas ideias. Acho que o Blog "Rerum Natura" é um excelente Blog de Ciência, e vou continuar a ler e seguir, e dou os Parabêns a todos os autores. Não acho que este Blog sirva este tipo de discussão, e de defesa da honra dos amigos.
Eu não pretendi ofender ou menorizar os senhores que participaram nesse referido programa. Pretendi apenas expressar a minha opinião extremamente negativa sobre o que os senhores Doutores disseram no referido programa."
Luis Neves
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Parem tudo que o PAPA vem ai...(1)
"Provas e três Parábolas " - George Steiner -Editado pela Gradiva
Excerto de uma conversa
Um zumbir como de abelhas, distante.
- Mas o Mestre, Eleazar filho de Eleazar, no seu comentário de 1611, disse...
- Que Akhiba, que o seu nome brilhe na eterna glória, se enganara...
- Quando escreveu que Abraão era inteiramente livre, um homem em liberdade , o pai das liberdades, quando Deus, bendito seja o Seu Nome indizível, o chamou para que levasse o rapaz, Isaac, ao lugar do holocausto.
- Com isto queria Akhiba dizer que os mandamentos de Deus são ditos ao espírito do homem quando o seu espírito goza da condição de soberania sobre a sua própria vontade, e que os mandamentos que se dirigissem aos que foram feitos escravos ou se extraviaram seriam mandamentos ocos.
- Ao que Eleazar, filho de Eleazar, o de Cracóvia , retorquiu...
- «Que liberdade é a do homem perante o que ordena o Todo-Poderoso?» Quando Ele manda, a nossa liberdade é a obediência. Só o servo de Deus, o servo absoluto, é um homem livre.
- «Não é assim» , foi o que me disse Baruch, o de Vilnius. «Não é assim, Quando Deus ordenou a Abraão, nosso pai, que levasse Isaac, seu filho unigénito, ao Monte Moriah, parou à espera de uma resposta. Abraão poderia ter dito: ' Não.' Ele poderia ter dito: 'Deus Todo-Poderoso, santificado seja o Teu Nome. Estás a tentar-me. Estás a pôr no meu trilho a tentação suprema, que é a obediência cega e irreflectida. Tal é a obediência que reclamam o Dragão Baal, os deuses ocos com cabeça de cão dos templos egípcios. Tu não és Moloque, devorador de crianças. O que agora esperas de mim é uma recusa amorosa.» Assim disse Baruch , meu mestre.
- Houve três dias de jornada a caminho da montanha. Durante esses dias Abraão não falou a Isaac...
- Nem a Deus. Que continuava atentamente à escuta. À espera de ouvir a resposta: «Não.» Cuja paciência era infinita, e que estava entristecido. Eis o que ensina Baruch, na nossa schul de Vilnius, onde a amendoeira...
- Isso é insensato. A presciência de Deus é absoluta. À escuta de Abraão , Ele! Sabia que o Seu mandamento seria obedecido, que não cabia ao homem pô-lo em questão. Eu conheci Baruch, o teu mestre. Era tão subtil, que nas suas mãos as palavras tornavam-se areia.
- Mas Deus, bendita seja a fímbria do Seu Nome inefável e as vestes do fogo da Sua glória, não confiava inteiramente em Abraão.
- Outro louco.
- Não . Escuta-me. A confiança de Deus em Abraão não era completa. Deixa-me expor o meu pensamento. Não me interrompas. Se Deus estivesse plenamente certo de que Abraão deixaria cair o seu braço sobre o rapaz, teria deixado consumar-se o sacrifício. E teria ressuscitado Isaac. Acaso não se diz que Deus pode despertar os mortos? Ao pôr um carneiro nas sarças, ao salvar a criança, deixou na incerteza a obediência última de Abraão. Não nos ensinou Gamaliel, o Cabalista, que há momentos, aberturas no universo, em que Deus interroga a Sua própria presciência, em que o Anjo do Desconhecido, do sem nome, atravessa a luz do ser?
- Gamaliel, o herético. O feiticeiro e alquimista de Toledo...
Para o Papa ler , e se quiser comentar , aqui no Blog ,
quando estiver de passeio aqui em Portugal, e estiver um pouco aborrecido com as peregrinas e penitentes que lhe vão encher as ruas.
LN
Excerto de uma conversa
Um zumbir como de abelhas, distante.
- Mas o Mestre, Eleazar filho de Eleazar, no seu comentário de 1611, disse...
- Que Akhiba, que o seu nome brilhe na eterna glória, se enganara...
- Quando escreveu que Abraão era inteiramente livre, um homem em liberdade , o pai das liberdades, quando Deus, bendito seja o Seu Nome indizível, o chamou para que levasse o rapaz, Isaac, ao lugar do holocausto.
- Com isto queria Akhiba dizer que os mandamentos de Deus são ditos ao espírito do homem quando o seu espírito goza da condição de soberania sobre a sua própria vontade, e que os mandamentos que se dirigissem aos que foram feitos escravos ou se extraviaram seriam mandamentos ocos.
- Ao que Eleazar, filho de Eleazar, o de Cracóvia , retorquiu...
- «Que liberdade é a do homem perante o que ordena o Todo-Poderoso?» Quando Ele manda, a nossa liberdade é a obediência. Só o servo de Deus, o servo absoluto, é um homem livre.
- «Não é assim» , foi o que me disse Baruch, o de Vilnius. «Não é assim, Quando Deus ordenou a Abraão, nosso pai, que levasse Isaac, seu filho unigénito, ao Monte Moriah, parou à espera de uma resposta. Abraão poderia ter dito: ' Não.' Ele poderia ter dito: 'Deus Todo-Poderoso, santificado seja o Teu Nome. Estás a tentar-me. Estás a pôr no meu trilho a tentação suprema, que é a obediência cega e irreflectida. Tal é a obediência que reclamam o Dragão Baal, os deuses ocos com cabeça de cão dos templos egípcios. Tu não és Moloque, devorador de crianças. O que agora esperas de mim é uma recusa amorosa.» Assim disse Baruch , meu mestre.
- Houve três dias de jornada a caminho da montanha. Durante esses dias Abraão não falou a Isaac...
- Nem a Deus. Que continuava atentamente à escuta. À espera de ouvir a resposta: «Não.» Cuja paciência era infinita, e que estava entristecido. Eis o que ensina Baruch, na nossa schul de Vilnius, onde a amendoeira...
- Isso é insensato. A presciência de Deus é absoluta. À escuta de Abraão , Ele! Sabia que o Seu mandamento seria obedecido, que não cabia ao homem pô-lo em questão. Eu conheci Baruch, o teu mestre. Era tão subtil, que nas suas mãos as palavras tornavam-se areia.
- Mas Deus, bendita seja a fímbria do Seu Nome inefável e as vestes do fogo da Sua glória, não confiava inteiramente em Abraão.
- Outro louco.
- Não . Escuta-me. A confiança de Deus em Abraão não era completa. Deixa-me expor o meu pensamento. Não me interrompas. Se Deus estivesse plenamente certo de que Abraão deixaria cair o seu braço sobre o rapaz, teria deixado consumar-se o sacrifício. E teria ressuscitado Isaac. Acaso não se diz que Deus pode despertar os mortos? Ao pôr um carneiro nas sarças, ao salvar a criança, deixou na incerteza a obediência última de Abraão. Não nos ensinou Gamaliel, o Cabalista, que há momentos, aberturas no universo, em que Deus interroga a Sua própria presciência, em que o Anjo do Desconhecido, do sem nome, atravessa a luz do ser?
- Gamaliel, o herético. O feiticeiro e alquimista de Toledo...
Para o Papa ler , e se quiser comentar , aqui no Blog ,
quando estiver de passeio aqui em Portugal, e estiver um pouco aborrecido com as peregrinas e penitentes que lhe vão encher as ruas.
LN
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