A Abjuração no Caderno de Saramago
Abjuração na Wiki
Será que o Saramago ainda se reclama da mesma ideologia que defendeu em grande parte da sua vida? Será que ainda continua a apoiar o PCP? Nas últimas Autárquicas foi apoiar um candidato à Camâra de Lisboa que era o candidato do PS...
É legitimo, outros pessoas de esquerda o fizeram. Infelizmente muitos pensam que é mais útil apoiar uma candidatura que dá acesso ao poder, do que uma boa candidatura de esquerda (do Ruben Carvalho) , que só vai eleger vereadores e vai para a oposição na Câmara.
Puro raciocinio de "do mal o menos". Porque assim a Câmara não vai parar às mãos da Direita.
A continuar assim a nossa sociedade vai encaminhar-se para um sistema de bipartidarismo tipo Americano com Democratas e Repúblicanos.
Um Post Pessoa e Saramago em TRAVNIK no Blog Cravo de Abril em que um Bósnio fala sobre Fernando Pessoa e Saramago.
LN
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Mahatma Ghandi, citações 5
"Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição."
Ghandi
No site Pensador.info
LN
Ghandi
No site Pensador.info
LN
Rejeitar o Programa Sócrates/PS
CAPÍTULO II
Formação e responsabilidade
Formação e responsabilidade
Artigo 187.º
(Formação)
(Formação)
1. O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais.
2. Os restantes membros do Governo são nomeados pelo Presidente da República, sob proposta do Primeiro-Ministro.
Artigo 188.º
(Programa do Governo)
Do programa do Governo constarão as principais orientações políticas e medidas a adoptar ou a propor nos diversos domínios da actividade governamental.
Artigo 190.º
(Responsabilidade do Governo)
O Governo é responsável perante o Presidente da República e a Assembleia da República.
Artigo 192.º
(Apreciação do programa do Governo)
1. O programa do Governo é submetido à apreciação da Assembleia da República, através de uma declaração do Primeiro-Ministro, no prazo máximo de dez dias após a sua nomeação.
3. O debate não pode exceder três dias e até ao seu encerramento pode qualquer grupo parlamentar propor a rejeição do programa ou o Governo solicitar a aprovação de um voto de confiança.
4. A rejeição do programa do Governo exige maioria absoluta dos Deputados em efectividade de funções.
3. O debate não pode exceder três dias e até ao seu encerramento pode qualquer grupo parlamentar propor a rejeição do programa ou o Governo solicitar a aprovação de um voto de confiança.
4. A rejeição do programa do Governo exige maioria absoluta dos Deputados em efectividade de funções.
Artigo 193.º
(Solicitação de voto de confiança)
O Governo pode solicitar à Assembleia da República a aprovação de um voto de confiança sobre uma declaração de política geral ou sobre qualquer assunto relevante de interesse nacional.
Artigo 194.º
(Moções de censura)
1. A Assembleia da República pode votar moções de censura ao Governo sobre a execução do seu programa ou assunto relevante de interesse nacional, por iniciativa de um quarto dos Deputados em efectividade de funções ou de qualquer grupo parlamentar.
3. Se a moção de censura não for aprovada, os seus signatários não podem apresentar outra durante a mesma sessão legislativa.
3. Se a moção de censura não for aprovada, os seus signatários não podem apresentar outra durante a mesma sessão legislativa.
Artigo 195.º
(Demissão do Governo)
1. Implicam a demissão do Governo:
b) A aceitação pelo Presidente da República do pedido de demissão apresentado pelo Primeiro-Ministro;
d) A rejeição do programa do Governo;
e) A não aprovação de uma moção de confiança;
f) A aprovação de uma moção de censura por maioria absoluta dos Deputados em efectividade de funções.
2. O Presidente da República só pode demitir o Governo quando tal se torne necessário para assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas, ouvido o Conselho de Estado.
No Capitulo da Constituição da República Portuguesa (Link)
Os sr.(s) deputados da oposição não digam que não conhecem a Lei Constitucional.
O caminho está aqui. Ou Rejeitam o Programa deste Governo, e é Já! Ou têm que apresentar uma Moção de Censura depois...
Esperar pra quê???
Este Governo e o PS não servem para governar o país. Ponham o Sócrates na Oposição! Agora!!!
Não é tarde nem é cedo , é já!!!
O que o PS tem é uma Minoria Parlamentar! Como todos os outros partidos... Maioria Relativa neste caso é igual.
Não inventem desculpas para deixar o Sr. Sócrates e os amigalhaços do PS goveernar novamente.
A REJEIÇÂO É O CAMINHO!!!
LN
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Mahatma Ghandi, citações 4
"O amor nunca faz reclamações; dá sempre. O amor tolera; jamais se irrita e nunca exerce vingança."
Ghandi
No site pensador.info
LN
Ghandi
No site pensador.info
LN
Poema Jorge de Sena
Uma pequenina luz
Uma pequenina luz bruxuleante
não na distância brilhando no extremo da estrada
aqui no meio de nós e a multidão em volta
une toute petite lumière
just a little light
una picolla... em todas as línguas do mundo
uma pequena luz bruxuleante
brilhando incerta mas brilhando
aqui no meio de nós
entre o bafo quente da multidão
a ventania dos cerros e a brisa dos mares
e o sopro azedo dos que a não vêem
só a adivinham e raivosamente assopram.
Uma pequena luz
que vacila exacta
que bruxuleia firme
que não ilumina apenas brilha.
Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
Muda como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Brilhando indeflectível.
Silenciosa não crepita
não consome não custa dinheiro.
Não é ela que custa dinheiro.
Não aquece também os que de frio se juntam.
Não ilumina também os rostos que se curvam.
Apenas brilha bruxuleia ondeia
indefectível próxima dourada.
Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Apenas como elas.
Mas brilha.
Não na distância. Aqui
no meio de nós.
Brilha
Jorge de Sena
No site As Tormentas
Versão dita por João Grosso no Programa Camara Clara sobre Jorge de Sena
LN
Uma pequenina luz bruxuleante
não na distância brilhando no extremo da estrada
aqui no meio de nós e a multidão em volta
une toute petite lumière
just a little light
una picolla... em todas as línguas do mundo
uma pequena luz bruxuleante
brilhando incerta mas brilhando
aqui no meio de nós
entre o bafo quente da multidão
a ventania dos cerros e a brisa dos mares
e o sopro azedo dos que a não vêem
só a adivinham e raivosamente assopram.
Uma pequena luz
que vacila exacta
que bruxuleia firme
que não ilumina apenas brilha.
Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
Muda como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Brilhando indeflectível.
Silenciosa não crepita
não consome não custa dinheiro.
Não é ela que custa dinheiro.
Não aquece também os que de frio se juntam.
Não ilumina também os rostos que se curvam.
Apenas brilha bruxuleia ondeia
indefectível próxima dourada.
Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
brilha.
Uma pequenina luz bruxuleante e muda
como a exactidão como a firmeza
como a justiça.
Apenas como elas.
Mas brilha.
Não na distância. Aqui
no meio de nós.
Brilha
Jorge de Sena
No site As Tormentas
Versão dita por João Grosso no Programa Camara Clara sobre Jorge de Sena
LN
texto do Blog Qualidade de Vida
Um texto de Luísa Schimdt"É urgente uma mudança de era na administração local que acabe com a viciosa articulação entre o financiamento das autarquias e os negócios do imobiliário."
"Aliás, maugrado os muitos casos deprimentes, pode dizer-se que os melhores governos a que o país tem assistido têm-se exercido em autarquias. É uma tradição que se iniciou logo a seguir ao 25 de Abril com o generalizado reconhecimento público da competência de gestão autárquica de algumas câmaras da CDU que fez época e criou padrões de referência. Évora era sempre dada como o melhor exemplo e, não por acaso, foi das primeiras autarquias a fazer um PDM, muito antes da lei o obrigar, e lançou mecanismos de transparência e participação, criando uma comissão da cidade composta por notáveis de várias filiações partidárias e sectores profissionais.
Felizmente o exemplo foi seguido pelas outras formações partidárias, e só é pena que esta excelência das gestões autárquicas continue tão tristemente excepcional no mapa nacional."
LN
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