segunda-feira, 7 de junho de 2010
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico (Epístola)
faz-se uma cruz na base dos tomates, colocam-se em água a ferver durante um ou dois minutos e de seguida mergulham-se em água fria
domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
GOD in Vegas!

Que bela imagem de Deus,
porque 5ª feira foi dia de Corpo de Deus, e Feriado, aqui fica o meu reconhecimento...
Em A Matemática da nova Fisíca , Carlos Fiolhais , De Rerum Natura
LN
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Matemática
Achas que a Ciência é @$5>{&? ; "Homem", poema de Gedeão
OLIMPÍADAS DA FISÍCA , NO MUSEU DA ELECTRICIDADE EM BELÉMEste fim de semana 5 e 6 de Junho

HOMEM
Inútil definir este animal aflito.
Nem palavras,
nem cinzéis,
nem acordes,
nem pincéis
são gargantas deste grito.
Universo em expansão.
Pincelada de zarcão
desde mais infinito a menos infinito.
António Gedeão
(No BLOG Cravo de Abril , Gedeão é a escolha para o ciclo de poesia hoje iniciado.)
Inútil definir este animal aflito.
Nem palavras,
nem cinzéis,
nem acordes,
nem pincéis
são gargantas deste grito.
Universo em expansão.
Pincelada de zarcão
desde mais infinito a menos infinito.
António Gedeão
(No BLOG Cravo de Abril , Gedeão é a escolha para o ciclo de poesia hoje iniciado.)
LN
Negra, poema Carlos Drumond Andrade
No Blog WebClub (Poema e imagem)Negra
A negra para tudo
a negra para todos
a negra para capinar plantar
regar
colher carregar empilhar no paiol
ensacar
lavar passar remendar costurar cozinhar
rachar lenha
limpar a bunda dos nhozinhos
trepar.
A negra para tudo
nada que não seja tudo tudo tudo
até o minuto de
(único trabalho para seu proveito exclusivo)
morrer.
Carlos Drummond de Andrade
a negra para todos
a negra para capinar plantar
regar
colher carregar empilhar no paiol
ensacar
lavar passar remendar costurar cozinhar
rachar lenha
limpar a bunda dos nhozinhos
trepar.
A negra para tudo
nada que não seja tudo tudo tudo
até o minuto de
(único trabalho para seu proveito exclusivo)
morrer.
Carlos Drummond de Andrade
LN
Poesia de Ana Maria Costa

I
Para mim,
o céu é mais pequeno
do que para a formiga.
II
Quando as palavras
já não conseguem magoar mais,
vem o silêncio ferrar-nos .
III
Fui buscar uma árvore
para a minha beira
desenhei o teu nome
na sua ramagem.
IV
Nos dias em que escolho chorar
escondo as horas nos livros,
os passos nas prateleiras
as janelas no rosto
depois contemplo o líquido escorrer feliz.
V
A vida dá a oportunidade de a descobrirmos
pouco o fazemos…
e nesses poucos morremos.
Para mim,
o céu é mais pequeno
do que para a formiga.
II
Quando as palavras
já não conseguem magoar mais,
vem o silêncio ferrar-nos .
III
Fui buscar uma árvore
para a minha beira
desenhei o teu nome
na sua ramagem.
IV
Nos dias em que escolho chorar
escondo as horas nos livros,
os passos nas prateleiras
as janelas no rosto
depois contemplo o líquido escorrer feliz.
V
A vida dá a oportunidade de a descobrirmos
pouco o fazemos…
e nesses poucos morremos.
Ana Maria Costa
LN
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O segredo dos seus olhos
Este Filme ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro.
Muito bom este filme argentino
Está ainda em exibição no King
LN
Muito bom este filme argentino
Está ainda em exibição no King
LN
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