segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Todo o Cuidado é pouco, em tempos de desespero
Anúncio antigo (1987) do jornal "A Folha de São Paulo"
LN
domingo, 7 de novembro de 2010
Manifestação 6 Novembro; Praça dos Restauradores, 24 Novembro GREVE GERAL
06/11/ 2010
Ontem , Manifestação dos trabalhadores da Função Pública
Dezenas de milhar de pessoas a lutar contra um governo e uma política desastrosa para o nosso país.
Uma sucessão de Governos do PS e do PSD que comprometeu o País e o levou para a Bancarota.
E agora, o que resta? Sacrificar ainda mais quem trabalha???? E eles acham que as pessoas aceitam este tipo de soluções?
Ontem, Foi ali que eu estive....
Porque é preciso lutar contra estes bando de irresponsáveis
--->>> Durões, Manuelas, Dos Santos, Sócrates, Guterres, Mouras
Tudo a mesma Trampa!!!!
O sindicalista Mário Nogueira , citou a propósito destes, a canção "Vampiros" de Zeca Afonso
Os Vampiros
"No céu cinzento sob o astro mudo
Batendo as asas Pela noite calada
Vêm em bandos Com pés veludo
Chupar o sangue Fresco da manada
Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia As portas à chegada
Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada
A toda a parte Chegam os vampiros
Poisam nos prédios Poisam nas calçadas
Trazem no ventre Despojos antigos
Mas nada os prende Às vidas acabadas
São os mordomos Do universo todo
Senhores à força Mandadores sem lei
Enchem as tulhas Bebem vinho novo
Dançam a ronda No pinhal do rei
Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada
No chão do medo Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos Na noite abafada
Jazem nos fossos Vítimas dum credo
E não se esgota O sangue da manada
Se alguém se engana Com seu ar sisudo
E lhe franqueia As portas à chegada
Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada
Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada "



NOTICIA "Público" :
Magistrados do Ministério Público aprovaram adesão à greve geral do dia 24
“Há uma necessidade de expressar a revolta dos magistrados do Ministério Público”, declarou aos jornalistas o presidente do SMMP, João Palma.
O dirigente realçou que a adesão à paralisação nacional decretada pelas duas centrais sindicais, CGTP e UGT, visa também contestar “uma política financeira irresponsável”.
Uma política que, segundo João Palma, levou aos “sacrifícios agora pedidos” pelo Governo na sequência dos cortes nas despesas públicas previstos no Orçamento de Estado para 2011, já aprovado no Parlamento na generalidade, os quais afetam em especial os trabalhadores do Estado.
O dirigente disse que a adesão à greve geral obteve uma “votação maciça” favorável na assembleia-geral, em que participaram cerca de 250 associados de todo o país, tendo havido cinco votos contra a proposta da direção e uma abstenção.
“Existe, por outro lado, um grande sentido de solidariedade com todas as pessoas que trabalham por contra de outrem neste país e que estão a ver, sobretudo ao nível da Administração Pública, os seus salários serem abruptamente reduzidos em função da lei do Orçamento de Estado”, salientou.
O presidente do SMMP sublinhou que os magistrados “aderem à greve geral de 24 de novembro sem qualquer reserva”.
“Mais do que um direito de adesão à greve, é de um dever de cidadania que se trata”, acrescentou.
Segundo João Palma, a adesão à paralisação decretada pelas duas centrais sindicais visa “demonstrar aos decisores políticos deste país que os magistrados do Ministério Público, tal como outras grandes camadas da população portuguesa, não estão mais disponíveis para aceitar o esbanjamento dos recursos públicos e das finanças públicas”.
João Palma realçou que se verifica, com o Orçamento de Estado para 2011, uma “alteração do paradigma ou da ideia democrática da relação de trabalho que existe nas democracias modernas”.
“Estes cortes constituem uma verdadeira alteração deste paradigma”, com o Estado “a diminuir os vencimentos de uma forma unilateral”.
Cabe, pelo contrário, ao Estado “dar o primeiro exemplo de seriedade, de segurança e confiança”, o que “neste momento está a falhar por parte do Estado”, acusou.
João Palma criticou o que considera “uma gestão perfeitamente danosa dos dinheiros públicos”, bem como “a falta de critério e rigor, às vezes também de honestidade que existe na sua gestão”.
O presidente do SMMP reiterou que os magistrados do Ministério Público “vão impugnar a lei do Orçamento de Estado depois de entrar em vigor, se entrar em vigor”.
A China , os interesses, ignorar, subserviência



NOTICIAS:
SIC: Governo Civil proíbe protesto pelos direitos humanos na China em frente aos Jerónimos
A responsável disse que a AI vai acatar a ordem, ainda que "a liberdade de reunião comece a ser fortemente coartada" "
Amnistia Internacional: Governo afastou manifestação contra Jintao por subserviência
"A secção portuguesa da Amnistia Internacional acusou hoje o Governo de «subserviência» à China, por ter sido impedida de se manifestar junto ao local de passagem do presidente chinês, como estava inicialmente previsto.
Cerca de 20 manifestantes, oriundos da Amnistia Internacional, da União Budista Portuguesa e do Grupo de Apoio ao Tibete concentraram-se hoje frente à Torre de Belém protestando contra as violações de direitos humanos na China e exigindo a libertação de presos políticos ou por delito de opinião."
Só. Mais nada.
Nem uma palavra para libertar o recente Prémio Nobel da Paz....
Que triste figura que faz o País.
Luis Neves
sábado, 6 de novembro de 2010
Uma Justiça Criminosa!!!

PROGRAMA da SIC - CONDENADOS - 4ª feira depois do Jornal da Noite
QUEM não viu , veja!!!!
Este caso é Vergonhoso para Portugal!!!!
Esta Reportagem da Jornalista Sofia Pinto Coelho mostra como no nosso país funciona a Justiça.
Muito Mal! Este caso é de uma Injustiça que se pode considerar CRIMINOSA!
E este Juíz , deve andar por aí a julgar outras pessoas. IMPUNE!!!!
CONDENADOS : A História de ÈDER FORTES
Éder Fortes foi condenado a quatro anos e meio de prisão efectiva pelo roubo de um telemóvel e de um par de brincos. Cumpriu a pena até ao último dia.
À saída da escola, dois rapazes foram assaltados por um grupo de jovens. Roubaram-lhes um telemóvel e um par de brincos.
Uma das vítimas sempre garantiu que Éder não estava lá, mas o amigo identificou-o numa linha de reconhecimento realizada numa esquadra da PSP. Éder, na altura com 18 anos, foi posto ao lado de um segurança fardado e de um homem de 40 anos.
Uma testemunha, dona de uma empresa de mudanças, garantiu que nesse dia e àquela hora, Éder estava a trabalhar para ela. O Tribunal considerou que ela estava a mentir e não aceitou o álibi.
Éder foi condenado a quatro anos e meio de prisão efectiva. Cumpriu a pena até ao último dia.
Aos 16 anos, Éder tinha tido um problema com a justiça. Na altura, tinha sido condenado na altura a quatro anos com pena suspensa. Por causa deste processo do telemóvel, 10 meses depois de ter sido solto, voltou à prisão para cumprir a pena antiga em falta.
Foi pai em Agosto mas ainda não lhe concederam uma saída precária porque o juiz considera que "ainda é cedo para Éder ir a casa".
Luis Neves
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Teia de aranha
