terça-feira, 10 de novembro de 2009
Mahatma Ghandi, citações 11
"Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo."
Ghandi
no site pensador.info
LN
PS visivel
TSF, 06/11/2009
" Em Loures, a oposição considera «um mau exemplo eticamente reprovável» as escolhas do presidente da Câmara, Carlos Teixeira, que nomeou a filha e o cunhado para o seu gabinete. A autarquia justifica as nomeações com o facto de estes serem cargos que exigem proximidade e confiança pessoal.
A filha do autarca de Loures foi nomeada há uma semana para adjunta do Gabinete de apoio ao Presidente, enquanto o cunhado de Carlos Teixeira foi contratado pela terceira vez para seu chefe de gabinete.
O vereador da CDU, António Pombinho, critica estas nomeações e defende que é um mau exemplo dado por um titular de um órgão público.
Criticas partilhadas pelo PSD, Nuno Botelho, que considera estas nomeações eticamente reprováveis.
Contactada pela TSF, a Câmara Municipal de Loures referiu em comunicado que os lugares ocupados pela filha e pelo cunhado exigem proximidade e confiança pessoal do presidente da câmara, o que justifica a escolha, e sublinha que os autarcas são livres de escolher quem integra os gabinetes de apoio pessoal."
O PS Loures, a sua "face visivel",
para quem votou nele em Loures
LN
Queda do Muro, 20 anos depois
TSF 09/11/2009
No dia em que se comemoram os 20 anos sobre a queda do Muro de Berlim, uma sondagem conclui que os alemães de Leste consideram que a reunificação não foi consumada e que a esmagadora maioria sentia-se bem na antiga Alemanha Democrática.
ouvir em:
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1414459
No essencial, como nos relata o correspondente da TSF, José Belchior, as queixas resultam do modo como hoje se vive nos dois lados da Alemanha
O estudo indica que 50 por cento dos cidadãos da antiga Alemanha Democrática lamentam diferenças reais do nível de vida, lembrando que no Leste o desemprego é maior, os salários são mais baixos e o PIB é de apenas de um terço do registado no lado ocidental do país.
Doze por cento dos inquiridos recordam com saudade os tempos da RDA e outros tantos defendem mesmo que o muro devia ser reconstruído.
Somente um quinto dos alemães de Leste considera que a reunificação vai no bom sentido e muitos outros dizem que os irmãos do ocidente os tratam com arrogância.
LN
O PS e o Ocultismo
Público, Domingo 08/11/2009
Certidões do Face Oculta paradas quatro meses na PGR
" As nove certidões que o Departamento de Investigação e Acção Penal de Aveiro extraiu do processo de investigação conhecido como Face Oculta estiveram perto de quatro meses na Procuradoria-Geral da República (PGR) sem que o procurador-geral, Pinto Monteiro, lhes desse um destino. No rol, incluiu-se uma certidão que envolve o primeiro-ministro, José Sócrates, escutado em conversas telefónicas com Armando Vara, administrador do BCP, que suspendeu o mandato esta semana depois de ter sido constituído arguido no processo. Só depois das buscas realizadas a várias empresas públicas, no passado dia 28, é que Pinto Monteiro decidiu remeter um pedido de informações ao DIAP de Aveiro, solicitando novos dados. Ontem o PÚBLICO tentou, sem sucesso, esclarecer junto da PGR as razões da demora em tomar uma decisão. "
Pois , é um assunto tão normal, tão corriqueiro, tão pouco urgente ...
Pode bem esperar para depois das eleições, para não aborrecer os nossos chefes...
O Pinto Monteiro já com o caso Freeport nos braços, não quis estragar ainda mais as suas fériazinhas de Verão com esta trampa de gente...
É melhor deixar as coisas bem calminhas até o PS ganhar as eleições e depois logo se vê...
LN
Crónica Muro do Fundamentalismo, de Inês Pedrosa

" "Caim", de José Saramago, é um romance, isto é: uma ficção literária. É, além disso, um bom romance, isto é: uma narrativa de grande beleza, que rasga o tecido dos saberes sossegados e ergue um vendaval de perguntas. No lançamento deste romance, no "Escritaria" de Penafiel, evocando o Padre António Vieira, Saramago recordava essa coisa só aparentemente simples: escrever é "conhecer o sítio das palavras". A sua disposição exacta na frase.
Escrever é escolher, e a escolha pressupõe conhecimento das múltiplas possibilidades em jogo. Saramago debruçou-se sobre a Bíblia, o livro que determinou e determina ainda a visão do mundo que nos enforma, e interrogou as escolhas de deus - assim, com a mesma letra minúscula que usa para cada membro da humanidade por ele criada, porque é preciso abandonarmos a maiúscula da reverência quando queremos interrogar genuinamente. E viu-se mergulhado num dilúvio de vozes escandalizadas - algumas, poucas, de forma transparente, e a maior parte delas disfarçando o escândalo nas trincheiras da análise intelectual de segundo ou terceiro grau. "
" O escritor leu e releu a Bíblia e verificou uma evidência: que ela é um "manual de maus costumes, um catálogo de crueldades". Aliás, Saramago não foi, nem pretende ser, a primeira alma a ter feito essa verificação: sim, a Bíblia é também, entre outras coisas, esse catálogo. Há cerca de dois anos, Christopher Hitchens publicou "Deus não É Grande - Como as religiões envenenam tudo" e Fernando Savater publicou "A Vida Eterna", dois excelentes livros sobre a questão da maldade divina - ou de como os homens inventaram deus para se matarem uns aos outros. Na época, não vi nenhum dos que agora se assanham contra Saramago contestar as teorias idênticas de Hitchens ou Savater. É curioso que um romance, mesmo antes de ser lido, cause um terramoto que nenhum destes ensaios causou."
"Saramago tem o direito de ler na Bíblia o que lá está escrito. Cada palavra existe na frase para dizer alguma coisa - é aquela palavra e não outra que lá está. Todo o livro digno desse nome traça um pacto sagrado com a justeza de cada palavra. Escreveu Walter Benjamin: "A arte de narrar tende a acabar porque o lado épico da verdade - a sabedoria - está a morrer." A obra de Saramago prova que esta morte não está iminente.
E conseguiu já um feito notável: trazer para o horário nobre da televisão o debate sobre os fundamentos da nossa civilização, o sentido da vida e da morte - em vez da politiquice e do futebol que são os únicos debates constantes neste nosso mundo de crentes."
Texto publicado na edição do Expresso de 31 de Outubro de 2009
LN
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Mahatma Ghandi, citações 10
Ghandi
no site pensador.info
LN
www.fallberlinwall.com
fallberlinwall.com , 6/11/2009
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1412359
LN
Varas e Penedos... É este o PS (Alegre) que temos
"O despacho do juiz de instrução considera Manuel José Godinho o líder de um grupo de pessoas que com ele colaboraram na comissão de crimes, e define como colaboradores sete arguidos que terão de forma concertada sido cúmplices. Sem a sua participação nunca Manuel José Godinho teria conseguido concretizar o seu plano. Quanto ao tráfico de influências, o juiz considerou suficientemente demonstrada a adesão de outros cinco arguidos (Carlos Vasconcellos, Paulo Penedos, Lopes Barreira, Armando Vara e António Paulo Costa), os quais, frisa, a troco de vantagens patrimoniais e não patrimoniais favoreceram o grupo de Godinho junto de decisores políticos e económicos do sector público."
LN
Noticias do Primeiro-Ministro

«As escutas às conversa telefónicas mantidas entre Armando Vara e José Sócrates (...) foram consideradas "criminalmente relevantes"». Ainda segundo o i, o simples facto de as escutas terem sido transcritas implica que os investigadores tenham considerado os indícios de «crime grave com uma moldura penal aplicável acima de cinco anos de prisão».
Diz a mesma notícia que «Os investigadores suspeitam que o negócio das sucatas de Godinho e a alegada corrupção de gestores e funcionários de empresas do sector empresarial do Estado, está relacionado um esquema de financiamento ilegal de estruturas partidárias, a nível nacional e local. E as suspeitas não se reduzem ao Partido Socialista.»
Nada de estranho. Tudo o que já se sabe à muito tempo. Mas agora têm provas na mão. O Bloco Central no seu intimo.
Publiquem as gravações audio nos Jornais para os mais crédulos do regime socialista acreditarem.
PS