domingo, 17 de julho de 2011

Sentida homenagem ao Felisberto

alegreberto contenteberto satisfeitoberto radianteberto venturosoberto risonhoberto prósperoberto ditosoberto alegreberto benditoberto

Naia ; música da Lura

Lura
bela noite no CCB a ouvir música africana

sábado, 16 de julho de 2011

Diversos de António Aleixo

Enquanto o homem pens(ar)di
que vale mais que outro h(omem)di,
são como os cães a ladr(ar)di,
não deixam comer, nem c(omem)
di

sexta-feira, 15 de julho de 2011

De novo (evaporímetro de) piche

constituído por um tubo cilíndrico, de vidro, de aproximadamente 30 cm de comprimento e um centímetro de diâmetro, fechado na parte superior e aberto na inferior

Coisas Simples

Coisas simples
Por José Vítor Malheiros


A economia e as finanças são-nos apresentadas como algo demasiado complexo, sobre as quais não devemos emitir opiniões


1. Em 1375, o rei D. Fernando promulgou a Lei das Sesmarias. Aquilo que, em linguagem de hoje, se chamaria a Lei dos Baldios. Penso que todos a aprendemos na escola primária e julgo que mesmo aqueles que não voltaram a ouvir falar dela a recordam passados muitos anos. Por que nos lembramos deste pedaço de história e por que esquecemos tantos actos heróicos decorados penosamente, tantas causas de revoluções e tantos pedaços de prosa e de poesia às vezes até lidos com gosto? Lembramo-nos dela porque se trata de uma lei baseada num princípio simples e que faz sentido, que conseguimos compreender, uma lei que nos parece equilibrada, da qual resultam vantagens para a sociedade em geral, que vem dar racionalidade a um mundo imperfeito. Num contexto de escassez de alimentos e de desertificação dos campos, a lei impunha aos proprietários de terras a obrigatoriedade de as trabalhar e de produzir alimentos sob pena de expropriação e posterior entrega a quem as trabalhasse. A lei obrigava os mendigos e vagabundos que tivessem as devidas condições físicas a trabalhar no campo, impunha penas de açoite e possuía a dureza de uma lei medieval mas, mesmo hoje, passados mais de seiscentos anos, ainda nos parece uma lei, no essencial, justa.


2. Movimentos de "indignados" de vários países europeus estiveram reunidos em Lisboa, na livraria Ler Devagar, no domingo, para trocar experiências e visões e discutir a coordenação das suas acções. Um dos participantes nessa reunião, o islandês Gunnar Sigurdsson, citado pelo PÚBLICO, defendeu a criação de um movimento cívico europeu que ponha em causa as regras impostas pelo sistema financeiro. Para isso, diz que é preciso mobilizar "as pessoas que hoje estão sentadas em frente da televisão". E, para as mobilizar, Sigurdsson diz que são precisas "ideias simples", "um conjunto limitado de objectivos com que todos possam concordar". "Não basta dizer que queremos mudanças", disse Sigurdsson. "Temos de dizer às pessoas o que queremos em alternativa".


3. Um dos grandes obstáculos à participação na vida política por parte dos cidadãos é que, hoje em dia, tudo nos parece demasiado complexo. Se alguém sugere que prescindamos das agências de rating, aparecem uns peritos explicando com um sorriso benevolente que as coisas não são assim tão simples, que estas organizações possuem um papel central na economia, que só podemos prescindir das que há se criarmos outras absolutamente iguais e talvez piores. Mas se fazem batota, se são venais, como se vê nas investigações feitas nos EUA sobre a sua acção? Os peritos explicam que, mesmo que seja assim, precisamos delas. E as off-shores, que só servem para os mais ricos fugirem ao fisco, para branquear dinheiro obtido de forma criminosa, para facilitar a espoliação dos povos pelos ditadores, para permitir que alguns fujam às obrigações que todos nós cumprimos? Os peritos sorriem... "As coisas não são assim tão simples... as off-shores são essenciais à economia. Para acabar com elas teria de haver um consenso internacional e isso é impossível. Se não as tivéssemos, seria pior".


E o carrossel não pára, mostrando sempre que existem excelentes razões técnicas para não se fazer aquilo que é justo e necessário.


4. Aceitar o primado da política sobre a economia significa agir de acordo com princípios simples. A preocupação com a simplicidade não exclui o estudo nem o debate de um problema, mas permite equacioná-lo em termos simples, de forma perceptível pelos cidadãos, para que estes decidam. A economia é demasiado importante para ser deixada na mão dos economistas e o argumento de que algo é demasiado complexo para permitir que os cidadãos decidam é inaceitável numa democracia. Acabar com as off-shores é simples e justo. Deixar de contratar agências de rating venais também. Recusar que as agências de rating definam a política nacional ou europeia também. Exigir o lançamento de eurobonds também. E por que não actualizar a ideia de D. Fernando e desincentivar fiscalmente a desocupação de imóveis nas cidades e o abandono de terras nos campos?
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(jvmalheiros@gmail.com)
in Público

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Acepção desobrigada de enchada (room rates)

Room Type01 May - 31 Oct01 Nov - 19 Dec
21 Jan - 30 Apr
20 Dec - 20 Jan
Single
500 Baht
1,200 Baht
1,500 Baht
Standard
700 Baht
1,500 Baht
2,200 Baht
Deluxe (Single)
900 Baht
1,800 Baht
2,500 Baht
Deluxe (Twin)
1,200 Baht
2,200 Baht
2,800 Baht

Hino de França

Marselhesa
14 Julho dia nacional de França




do filme Edite Piaf

Roberto Alagna
Marselhesa


"Liberdade ; Igualdade ; Fraternidade"

quarta-feira, 13 de julho de 2011